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Live At The Cafe Montmartre - Vinil Music

by Cecil Taylor
label: ORG Music, January of 2024 ‧
76,47€
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ALIGNMENT

Disco 1
A1 - Trance
A2 - Call
A3 - Lena
B1 - D Trad, That's What
C1 - What’s New
C2 - Nefertiti, The Beautiful One Has Come
D1 - Lena (Second Version)
D2 - Nefertiti, The Beautiful One Has Come (Second Version)

Informação Adicional
Recorded at the Cafe Montmartre in Copenhagen November 23, 1962.
Released for Record Store Day Black Friday 2024
Hype Sticker: RSD BLACK FRIDAY EXCLUSIVE 2LP - EXTENDED EDITION

Live At The Cafe Montmartre - Vinil

by Cecil Taylor

Property Description
label: ORG Music
Release Date: January of 2024
Dimensions: 313 x 316 x 14 mm
Format: Music
Categories: Jazz/Blues > Experimental Jazz
EAN: 0711574948918
Duration (m): 89
Number of disks: 2
Format: Vinyl / LP / Album / Record Store Day / Reissue

ABOUT THE ARTIST

Cecil Taylor

Cecil Taylor, nascido em 1929 em Nova Iorque, foi um pianista e compositor norte-americano considerado um dos grandes revolucionários do jazz do século XX. A sua abordagem ao piano, marcada por intensidade física, clusters dissonantes e improvisação expansiva, redefiniu os limites do instrumento e abriu caminho para o free jazz e a música de vanguarda.

Formado na New England Conservatory of Music, Taylor teve uma base sólida na música clássica, o que influenciou a sua escrita complexa e estrutural. Nos anos 1950, começou a destacar-se em Nova Iorque, mas a sua música radical, com foco em ritmo, textura e energia em vez de melodia convencional, chocou audiências habituadas ao bebop e ao hard bop.

O álbum Unit Structures (1966), lançado pela Blue Note, é considerado um marco na história do free jazz, apresentando composições densas e coletivas onde improvisação e estrutura se confundem. Taylor concebeu o conceito do "Unit", pequenos grupos flexíveis que exploravam improvisação coletiva como uma linguagem em si mesma.

Ao longo da sua carreira, trabalhou com músicos de vanguarda como Jimmy Lyons, Andrew Cyrille, Archie Shepp e Sunny Murray, criando performances que muitas vezes desafiavam a linha entre concerto e ritual. A sua música não era apenas som, mas também gesto: Taylor via a performance como um ato físico e espiritual.

Apesar de resistência inicial da crítica e do público, foi gradualmente reconhecido como um dos maiores inovadores da música do século XX. Recebeu diversos prémios, incluindo a MacArthur Fellowship em 1991, que consolidou o seu estatuto como figura maior da arte contemporânea.

Cecil Taylor faleceu em 2018, deixando um legado imenso que transcende o jazz. A sua obra é vista como um manifesto de liberdade artística, demonstrando como a improvisação pode ser ao mesmo tempo rigorosa, abstrata e profundamente humana.

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