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Demonstration Time - CD Music

by Talking Heads
label: Yard Stick, July of 2025 ‧
22,88€
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ALIGNMENT


Disco 1
01 - Psycho Killer
02 - Sugar On My Tongue
03 - Thank You for Sending Me an Angel
04 - I Want to Live
05 - I Wish You Wouldn't Say That
06 - The Girls Want to Be With the Girls
07 - Who Is It
08 - With Our Love
09 - Stay Hungry
10 - Tentative Decisions
11 - Warning Sign
12 - I'm Not in Love
13 - The Book I Read
14 - Love->Building On Fire
15 - No Compassion
16 - I Feel It in My Heart
17 - Uh-oh Love Comes to Town
18 - These Boots Are Made for Walking
19 - I Walk the Line
20 - Can't You Hear My Heartbeat
21 - The Big Country
22 - Warning Sign
23 - Life During Wartime (With Robert Flipp)
24 - Dancing for Money
25 - Unison
26 - Double Groove

Demonstration Time - CD

by Talking Heads

Property Description
label: Yard Stick
Release Date: July of 2025
Dimensions: 125 x 140 x 8 mm
Format: Music
Categories: Alternative/Indie > Punk/Hardcore/Emo
EAN: 0823564039350
Number of disks: 1
Format: CD / Album

ABOUT THE ARTIST

Talking Heads

Talking Heads é uma das bandas mais inovadoras e influentes da história do rock e da música popular, conhecida pela sua mistura única de punk, art rock, funk e música experimental. Formada em 1975 em Nova Iorque, a banda foi composta por David Byrne (vocalista e guitarrista), Tina Weymouth (baixista), Chris Frantz (baterista) e Jerry Harrison (tecladista e guitarrista). Talking Heads destacou-se pelo seu som eclético, pelas suas letras inteligentes e pelo carisma excêntrico de David Byrne.

A banda surgiu no cenário musical de Nova Iorque no auge do movimento punk, fazendo parte do lendário clube CBGB, onde dividiram o palco com bandas como Ramones, Blondie e Patti Smith. Embora partilhassem a energia crua e a atitude DIY do punk, Talking Heads rapidamente se diferenciou dos seus contemporâneos ao incorporar uma ampla gama de influências musicais, incluindo funk, música eletrónica, ritmos africanos e arte conceptual.

O álbum de estreia da banda, Talking Heads: 77 (1977), estabeleceu-os como uma força a ter em conta no rock alternativo. O single "Psycho Killer" tornou-se um sucesso e é hoje uma das canções mais icónicas da banda. O álbum demonstrou a capacidade de Talking Heads de combinar letras provocativas e ritmos dançantes com uma estética minimalista e cerebral, estabelecendo o tom para os seus futuros trabalhos.

Em 1978, a banda começou a trabalhar com o produtor Brian Eno, uma colaboração que se tornaria crucial para o desenvolvimento do seu som. O álbum More Songs About Buildings and Food (1978), produzido por Eno, incluiu uma versão de "Take Me to the River" de Al Green, que se tornou um grande sucesso. A colaboração com Eno continuou nos álbuns Fear of Music (1979) e Remain in Light (1980), ambos aclamados pela crítica e que expandiram ainda mais as fronteiras musicais da banda.

Remain in Light é amplamente considerado o magnum opus da banda, apresentando um som denso e polirrítmico que foi fortemente influenciado pela música africana, particularmente pelo trabalho de Fela Kuti. Canções como "Once in a Lifetime" e "Crosseyed and Painless" tornaram-se hinos da música alternativa, com "Once in a Lifetime" a ser uma das canções mais memoráveis da década de 1980, tanto pelo seu som inovador quanto pelo seu videoclip surreal.

Durante a década de 1980, Talking Heads continuou a evoluir musicalmente, lançando álbuns como Speaking in Tongues (1983), que incluiu o sucesso "Burning Down the House," e Little Creatures (1985), que apresentou um som mais acessível e pop, mas mantendo a profundidade lírica e a sofisticação musical. O álbum Stop Making Sense (1984) foi acompanhado por um documentário de concerto dirigido por Jonathan Demme, que se tornou um dos filmes de concerto mais aclamados de todos os tempos. O filme capturou a energia singular das performances ao vivo da banda, com David Byrne a assumir o papel de um frontman carismático e único.

Nos últimos anos da sua carreira, Talking Heads explorou ainda mais o som pop e a música eletrónica, lançando álbuns como True Stories (1986) e Naked (1988). No entanto, as tensões criativas e pessoais dentro da banda levaram ao seu fim em 1991, com David Byrne a seguir uma carreira solo de sucesso.

Apesar da separação, o legado dos Talking Heads continua a ser imenso. Eles são frequentemente citados como uma das bandas mais inovadoras e influentes de todos os tempos, com uma abordagem à música que desafiou e redefiniu as convenções do rock e da música popular. As suas canções continuam a ser celebradas por sua originalidade, criatividade e a capacidade de fundir uma vasta gama de influências em algo completamente novo e único.

Talking Heads foi introduzida no Rock and Roll Hall of Fame em 2002, uma homenagem ao seu impacto duradouro na música. A banda é lembrada não apenas pelas suas músicas memoráveis, mas também pela sua capacidade de expandir os horizontes do que o rock poderia ser, tornando-se pioneiros na integração de elementos de música global, arte e tecnologia na música pop.

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