Crack-Up (Choral Version) / In The Morning (Live In Switzerland) - Vinil Music

by Fleet Foxes
label: Nonesuch, January of 2018 ‧
OUT OF STOCK OR NOT AVAILABLE

ALIGNMENT

Disco 1
A - Crack-Up (Choral Version)
B - In The Morning (Live In Switzerland)

Informação Adicional
Exclusive released for Record Store Day 2018 limited to 3700.

Cover photo by: HIROSHI HAMAYA Limestone Pillar, Pamukkale, Turkey, 1979 © Keisuke Katano Katano for the Hiroshi Hamaya Estate.

CRACK-UP (CHORAL VERSION)
Written by: ROBIN PECKNOLD (Foxes Fellowship/ASCAP)
Recorded NOVEMBER 4, 2017, at Harpa, Reykjavík, Iceland
Provided by, with thanks to: CONSEQUENCE OF SOUND

IN THE MORNING (LIVE IN SWITZERLAND)
Written by: ANDY GIBB and BARRY GIBB (Warner-Tamerlane Pub. Corp obo Crompton Songs LLC/Universal Music Careers obo Universal Music Pub. MGB Ltd.)
Recorded: JULY 4, 2017, at Montreux Jazz Lab, Montreux, Switzerland
Fondation du Festival de Jazz de Montreux.
Released under license from Eagle Rock Entertainment Ltd

Made in the Netherlands by Record Industry

Crack-Up (Choral Version) / In The Morning (Live In Switzerland) - Vinil

by Fleet Foxes

Property Description
label: Nonesuch
Release Date: January of 2018
Dimensions: 313 x 316 x 7 mm
Format: Music
Categories: Other Genres > Others
EAN: 0075597931419
Duration (m): 9
Number of disks: 1
Format: Vinyl / 7" / 45 RPM / Record Store Day / Single / Limited Edition

ABOUT THE ARTIST

Fleet Foxes

Fleet Foxes é uma banda norte-americana de indie folk formada em 2006 em Seattle, Washington. Conhecidos pelo seu som pastoral, harmonias vocais ricas e letras poéticas, os Fleet Foxes tornaram-se uma das bandas mais influentes da cena indie contemporânea, explorando temas de natureza, espiritualidade e introspeção.

A banda foi fundada por Robin Pecknold (vocalista e compositor principal) e Skyler Skjelset (guitarra), a quem se juntaram Casey Wescott (teclados), Christian Wargo (baixo e vocais) e Josh Tillman (bateria, antes da sua saída para lançar a sua carreira a solo como Father John Misty). Inspirados por artistas como The Beach Boys, Simon & Garfunkel e Bob Dylan, os Fleet Foxes construíram uma sonoridade que combina folk tradicional, rock barroco e elementos orquestrais.

O álbum homónimo de estreia, Fleet Foxes (2008), foi um marco no indie folk, recebendo aclamação universal da crítica. Faixas como "White Winter Hymnal" e "Ragged Wood" destacaram-se pela sua beleza melódica e harmonias evocativas, transportando os ouvintes para paisagens sonoras intemporais. O álbum foi seguido pelo EP Sun Giant, que consolidou o estatuto da banda como uma das mais promissoras do género.

Em 2011, lançaram Helplessness Blues, um álbum mais introspectivo e maduro que abordou temas de identidade, incerteza e o desejo de conexão. Canções como a faixa-título "Helplessness Blues" e "The Shrine / An Argument" demonstraram uma profundidade emocional e uma ambição artística notáveis, solidificando o lugar da banda como líderes do indie folk.

Após uma pausa prolongada, Robin Pecknold regressou com os Fleet Foxes para lançar Crack-Up (2017). Este trabalho destacou-se pela sua estrutura complexa, temas literários e uma abordagem mais experimental, enquanto mantinha as harmonias vocais e o lirismo poético característicos da banda.

Em 2020, lançaram Shore, um álbum que refletia esperança e renovação em tempos difíceis. Lançado como uma surpresa durante o início da pandemia, Shore foi recebido com entusiasmo por fãs e crítica, destacando-se como uma celebração da natureza e da resiliência humana.

Fleet Foxes continuam a ser uma força vital no indie folk, explorando novos horizontes enquanto permanecem fiéis às suas raízes musicais. Com harmonias angelicais, composições ricas e uma abordagem artística intransigente, a banda deixou um impacto duradouro no cenário musical contemporâneo e continua a inspirar gerações de fãs e artistas.

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