Choice Cuts - CD Music

by Carcass
label: Earache, January of 2004 ‧
8,96€
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ALIGNMENT

Disco 1
01 - Genital Grinder
02 - Maggot Colony
03 - Exhume To Consume
04 - Swarming Vulgar Mass Of Infected Virulency
05 - Tools Of The Trade
06 - Corporal Jigsore Quandary
07 - Incarnated Solvent Abuse
08 - Buried Dreams
09 - No Love Lost
10 - Heartwork
11 - Keep On Rotting In The Free World
12 - Rock The Vote
13 - This Is Your Life

Bonus Tracks:

Peel Sessions 02.01.89
14 - Crepitating Bowel Erosion
15 - Slash Dementia
16 - Cadaveric Incubator Of Endoparasites
17 - Reek Of Putrefaction

Peel Sessions 16.12.90
18 - Empathological Necroticism
19 - Foeticide
20 - Fermenting Innards
21 - Exhume To Consume

Choice Cuts - CD

by Carcass

Property Description
label: Earache
Release Date: January of 2004
Dimensions: 144 x 128 x 9 mm
Format: Music
Categories: Metal > Death/Grindcore
EAN: 0745316022024
Duração (m): 78
Number of disks: 1
Format: CD / Compilation

ABOUT THE ARTIST

Carcass

Carcass é uma banda britânica de metal extremo formada em 1985 em Liverpool. A banda é amplamente reconhecida como uma das pioneiras dos subgêneros grindcore e death metal melódico, exercendo uma influência significativa sobre o desenvolvimento de ambos os estilos. A formação original incluía o guitarrista Bill Steer e o vocalista e baixista Jeff Walker, sendo mais tarde completada por Ken Owen na bateria.

Carcass começou sua carreira no cenário underground do metal com uma sonoridade brutal e crua. O primeiro álbum da banda, Reek of Putrefaction (1988), é conhecido por sua produção lo-fi e letras grotescas e macabras, que abordam temas de necrofilia, patologia e outros tópicos relacionados ao corpo humano em decomposição. Este álbum é frequentemente citado como um dos marcos fundadores do grindcore, caracterizado por sua velocidade extrema, letras chocantes e canções curtas e intensas.

No segundo álbum, Symphonies of Sickness (1989), Carcass começou a incorporar mais elementos de death metal em seu som, mantendo a brutalidade, mas introduzindo riffs mais complexos e estruturas de músicas mais desenvolvidas. Este álbum é visto como um avanço em termos de produção e composição, solidificando o estatuto de Carcass no cenário do metal extremo.

Em 1991, a banda lançou Necroticism – Descanting the Insalubrious, que representou uma evolução significativa no som de Carcass. O álbum mostrou uma abordagem mais técnica e complexa, com composições mais longas e intricadas, destacando a habilidade musical dos membros da banda. Este álbum é considerado um dos melhores trabalhos da banda e é frequentemente citado como um clássico do death metal.

A maior mudança no som de Carcass veio com o lançamento de Heartwork em 1993. Este álbum é amplamente creditado como um dos primeiros e mais influentes álbuns de death metal melódico. Heartwork combinou a intensidade do death metal com melodias harmoniosas, solos de guitarra mais elaborados e uma produção mais polida. Faixas como "Heartwork" e "No Love Lost" tornaram-se emblemáticas do novo estilo da banda, que inspiraria inúmeras outras bandas na cena do metal melódico.

Após o lançamento de Swansong (1996), que apresentou uma sonoridade ainda mais acessível e melódica, a banda se separou. No entanto, Carcass se reuniu em 2007 e desde então lançou novos álbuns, incluindo Surgical Steel (2013), que foi bem recebido por fãs e críticos, e Torn Arteries (2021), que mostrou a banda continuando a explorar suas raízes no metal extremo enquanto incorpora novas influências.

Carcass continua a ser uma das bandas mais influentes no metal extremo, tanto pelo seu impacto na criação do grindcore quanto pelo desenvolvimento do death metal melódico. A banda é reverenciada por sua habilidade de evoluir e inovar ao longo dos anos, mantendo-se relevante e respeitada no cenário do metal global.

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