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Anesthetize - CD Music

by Porcupine Tree
label: Kscope, February of 2022 ‧
22,21€
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ALIGNMENT


Disco 1
01 - Intro
02 - Fear of a Blank Planet
03 - My Ashes
04 - Anesthetize
05 - Sentimental
06 - Way Out of Here
07 - Sleep Together
08 - Prodigal

Disco 2
01 - What Happens Now?
02 - Normal
03 - Dark Matter
04 - Drown With Me
05 - Cheating the Polygraph
06 - Half-light
07 - Sever
08 - Wedding Nails
09 - Strip the Soul/Dot Three
10 - Sleep of No Dreaming
11 - Halo

Disco 3
01 - Intro
02 - Fear of a Blank Planet
03 - My Ashes
04 - Anesthetize
05 - Sentimental
06 - Sleep Together
07 - What Happens Now?
08 - Normal
09 - Dark Matter
10 - Drown With Me
11 - Cheating the Polygraph
12 - Half-light
13 - Sever
14 - Wedding Nails
15 - Strip the Soul/Dot Three
16 - Sleep of No Dreaming
17 - Halo
18 - Outro

Anesthetize - CD

by Porcupine Tree

Property Description
label: Kscope
Release Date: February of 2022
Dimensions: 139 x 125 x 15 mm
Format: Music
Categories: Alternative/Indie > Art Rock/Progressive/Psychedelic
EAN: 0802644832173
Number of disks: 3
Format: CD / Box Set with DVD

ABOUT THE ARTIST

Porcupine Tree

Porcupine Tree é uma banda britânica de rock progressivo formada em 1987 por Steven Wilson, um músico, compositor e produtor altamente respeitado no mundo da música. A banda é conhecida pela sua capacidade de misturar elementos de rock progressivo, psicadélico, metal e música eletrónica, criando um som único e atmosférico que conquistou uma base de fãs dedicada ao longo dos anos. Além de Steven Wilson (voz, guitarra, teclados), a formação clássica da banda inclui Richard Barbieri (teclados), Colin Edwin (baixo) e Gavin Harrison (bateria).

Porcupine Tree começou como um projeto solo de Steven Wilson, inicialmente como uma espécie de paródia das bandas de rock progressivo dos anos 70, mas rapidamente evoluiu para algo mais sério. O primeiro álbum da banda, On the Sunday of Life... (1992), foi uma compilação de material gravado por Wilson durante os primeiros anos do projeto. Este álbum, que apresenta uma mistura de sons psicadélicos e experimentais, atraiu a atenção dos fãs de música alternativa e progressiva, estabelecendo as bases para o futuro da banda.

A partir do álbum Up the Downstair (1993), Porcupine Tree começou a definir o seu som característico, incorporando elementos de rock psicadélico e progressivo. Este álbum foi seguido por The Sky Moves Sideways (1995), que é muitas vezes comparado ao trabalho de bandas clássicas de rock progressivo como Pink Floyd. The Sky Moves Sideways foi o primeiro álbum da banda a receber reconhecimento significativo no cenário progressivo e ajudou a consolidar a reputação de Porcupine Tree como uma força inovadora na música.

Com o lançamento de Signify (1996), a banda começou a incorporar elementos de rock mais direto e estruturado, ao mesmo tempo que mantinha as suas raízes progressivas e psicadélicas. Este álbum marcou também o início de uma maior colaboração entre os membros da banda, o que contribuiu para um som mais coeso e dinâmico.

Porcupine Tree alcançou um novo nível de sucesso com o álbum Stupid Dream (1999), que apresentou uma abordagem mais acessível e melódica, sem sacrificar a complexidade musical. O álbum inclui faixas como "Piano Lessons" e "Pure Narcotic", que se tornaram alguns dos temas mais conhecidos da banda. Este álbum foi seguido por Lightbulb Sun (2000), que continuou na mesma linha e ajudou a banda a expandir ainda mais o seu público.

Em 2002, Porcupine Tree lançou In Absentia, um dos álbuns mais aclamados da banda e um marco na sua discografia. Este álbum viu a banda explorar temas mais sombrios e incorporar elementos de metal progressivo, um som que seria aprofundado nos trabalhos subsequentes. In Absentia foi amplamente elogiado pela sua produção meticulosa e pela profundidade emocional das suas composições, com faixas como "Blackest Eyes" e "Trains" a destacar-se.

Seguiram-se outros álbuns de sucesso, como Deadwing (2005) e Fear of a Blank Planet (2007). Este último, um álbum conceptual que explora temas de alienação e desespero na era digital, foi especialmente aclamado pela crítica e consolidou ainda mais a posição de Porcupine Tree como uma das bandas mais importantes do rock progressivo moderno.

Após o lançamento de The Incident (2009), um álbum conceptual em dois discos, Porcupine Tree entrou num hiato, durante o qual Steven Wilson se concentrou na sua carreira a solo, que também tem sido altamente bem-sucedida. Durante este período, os membros da banda continuaram a trabalhar em vários projetos musicais.

Em 2022, após um longo período de inatividade, Porcupine Tree anunciou o seu regresso com o álbum CLOSURE / CONTINUATION, um trabalho que foi recebido com grande entusiasmo pelos fãs e crítica. Este álbum mostrou que a banda continuava a ser uma força criativa significativa, mantendo o som característico que os tornou uma referência no rock progressivo, ao mesmo tempo que exploravam novas direções musicais.

Porcupine Tree é amplamente respeitada por sua inovação, complexidade musical e a capacidade de cruzar diferentes géneros, mantendo sempre uma identidade forte e única. A banda deixou um legado duradouro no mundo do rock progressivo e continua a ser uma das mais influentes e admiradas dentro do género.

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