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Vontade de Mudança
Cinco décadas de artes plástica
Publisher:
Editorial Caminho, April of 2004 ‧
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SYNOPSIS
Este livro reúne alguns contributos para o estudo da situação da arte em Portugal, antes, durante e depois do 25 de Abril.
Os anos quarenta introduziram na vida artística portuguesa a consciência do momento histórico que se vivia. Numerosos artistas procuraram ser imediatamente interventivos, fosse através da acção política fosse numa crescente consideração do valor intrínseco da arte, cujas tendências vanguardistas começavam a diferenciar-se. Mas os voluntarismos políticos e os artísticos nem sempre coincidiram, mesmo entre aqueles que apostavam na mesma concepção de sociedade.
Dois fortes momentos de esperança surgiram em 1945 e em 1974. O primeiro mudou algumas consciências, mas pouco as condições sociais; o segundo mudou muito, tanto as consciências como as condições sociais. O golpe militar de Abril teve imediatamente adesão popular, o que levou a sublinhar temporariamente os aspectos mais socializantes do programa dos capitães. No âmbito da vida cultural, agora livre de Censura, os artistas e os críticos, reunidos nas suas associações profissionais, estudaram seriamente a nova situação política e fizeram propostas mais lúcidas e estruturadas do que as de 1945, na instauração de relações mais dinâmicas da arte com o público.
Rui-Mário Gonçalves dedica-se desde 1958 às artes plásticas, com uma intensa actividade na área da crítica, na qual alcançou, em 1963, o Prémio Fundação Calouste Gulbenkian de Crítica de Arte. Autor de vários artigos e obras, presentemente é professor catedrático convidado na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa.
Os anos quarenta introduziram na vida artística portuguesa a consciência do momento histórico que se vivia. Numerosos artistas procuraram ser imediatamente interventivos, fosse através da acção política fosse numa crescente consideração do valor intrínseco da arte, cujas tendências vanguardistas começavam a diferenciar-se. Mas os voluntarismos políticos e os artísticos nem sempre coincidiram, mesmo entre aqueles que apostavam na mesma concepção de sociedade.
Dois fortes momentos de esperança surgiram em 1945 e em 1974. O primeiro mudou algumas consciências, mas pouco as condições sociais; o segundo mudou muito, tanto as consciências como as condições sociais. O golpe militar de Abril teve imediatamente adesão popular, o que levou a sublinhar temporariamente os aspectos mais socializantes do programa dos capitães. No âmbito da vida cultural, agora livre de Censura, os artistas e os críticos, reunidos nas suas associações profissionais, estudaram seriamente a nova situação política e fizeram propostas mais lúcidas e estruturadas do que as de 1945, na instauração de relações mais dinâmicas da arte com o público.
Rui-Mário Gonçalves dedica-se desde 1958 às artes plásticas, com uma intensa actividade na área da crítica, na qual alcançou, em 1963, o Prémio Fundação Calouste Gulbenkian de Crítica de Arte. Autor de vários artigos e obras, presentemente é professor catedrático convidado na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa.
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789722116213 |
| Publisher: | Editorial Caminho |
| Release Date: | April of 2004 |
| Language: | Portuguese |
| Dimensions: | 150 x 230 x 20 mm |
| Cover: | Softcover |
| Pages: | 198 |
| Format: | Book |
| Categories: |
Books in Portuguese
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Art
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History of Art
|
| EAN: | 9789722116213 |
| Recommended Minimum Age: | Not applicable |
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