Servidões

by Herberto Helder
Publisher: Assírio & Alvim, May of 2013 ‧
OUT OF STOCK OR NOT AVAILABLE
Publicado em 2013 com grande sucesso — a edição esgotou em poucos dias — este livro foi unanimemente considerado pela crítica como o livro do ano. Dele escreveu Luís Miguel Queirós, dizendo que desde logo aquilo que impressiona o leitor «[…] é a assustadora criatividade de que Herberto dá provas aos 80 anos, mas não é menos notável que estes seus últimos livros, com tudo o que trazem de novo, e por vezes até de exuberantemente novo, nem por isso deixem de manter com a sua obra anterior uma coerência sem falhas.». Rosa Maria Martelo disse que «Nestes tempos de descalabro social e político, haver um novo livro de Herberto Helder é um rompimento que apetece celebrar. E que impressiona por muitas razões — desde logo pela coragem de olhar a morte.». O semanário Expresso descreveu «Servidões» como um «livro de uma beleza convulsa, atravessado por explosões de energia visceral. É poesia "em estado de milagre", escrita pelo maior poeta português vivo.»

Servidões

by Herberto Helder

Property Description
ISBN: 978-972-37-1696-2
Publisher: Assírio & Alvim
Release Date: May of 2013
Language: Portuguese
Dimensions: 147 x 207 x 17 mm
Cover: Hardcover
Pages: 128
Format: Book
Collection: Poesia Inédita Portuguesa
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Poetry
EAN: 978972371696210
Recommended Minimum Age: Not applicable

Um mestre

FT

Poesia no seu melhor. Um mestre na sequência das palavras.

Escritor de versos, lavrador da palavra

Emanuel Guerreiro

Fruto de uma reflexão face ao mundo, à vida e à criação poética, chegado aos 80 anos, Herberto Helder coligiu, no livro Servidões, os poemas que marcam esse momento de uma longa existência de trabalho das palavras. Tendo presente o pensamento da morte ou do fim da vida e do seu caminho como «escritor de versos», como lavrador do campo poético, Herberto Helder mantém a energia verbal e a capacidade metafórica que constituem a sua voz singular e fulgurante. A pulsão criadora que inventa e descobre o mundo onde a linguagem se assume como transfiguradora do real, na procura do insondável da vida e da energia do ser, marcam a soberania da poética herbertiana, ainda vital na criação de imagens e de neologismos que servem a expressão lírica do acto poético e do olhar crítico ao presente (cf. «arvoar» e «burrocratas»), recusando que «a dor (…) se torne académica» e lamentando «não ter escrito o poema soberbo/acerca do fim da inocência». Poema que ainda esperamos poder ler…

Servidões

maria baioneta

Herberto Helder, simplesmente imperdível. Maria Baioneta

Pura Poesia

Marta Sofia

Excelente livro Herberto Helder. não nos desilude nunca. respira-se poesia a cada página. Recomendo!

Portugal no seu melhor

Arnaldo Varela de Sousa

Como paliativo seguro em momento da vida portuguesa em que tudo parece periclitante, mesquinho, sem grandeza, este livro marca, sem que isso me surpreenda, o reencontro com o que Portugal tem de melhor : a dignidade da beleza, a liberdade exemplar de uma voz sem dono, fiel, apenas, a si mesma.

Curioso!

Miguel

Ainda não li mas é um sucesso de procura e certamente um excelente livro

Obra de referência

Eliana Sousa

Mais uma vez, a força das palavras da língua portuguesa! Poesia elevada ao seu máximo!

Como é possível parir tanta beleza?

Luís Filipe Miranda

Um livro exaltante, exclusivo, brilhante, decisivo, deslumbrante, de uma espantosa grandeza criadora.

Obra única

José Abel Aguiar

Obra única, quer pelo conteúdo (difícil de ler e condensado) mas com uma ímpar escolha de vocábulos, quer pela obra física - lindo! pela capa, papel, e fontes usadas. Para se ir lendo e .. esperar pela valorização :-)

Poesia de alta qualidade

José Augusto Gil dos Reis

Os poemas de Herberto Hélder são impressionantes, contêm a vida na sua plenitude. Com poucas palavras consegue dizer muito, tanto sobre a vida vivida como a aproximação do seu fim.

diálogo

nunes

Este livro dá-nos o poema contínuo que Herberto é; já não existe início nem fim de pontuação. Autor e poema giram em torno de e, em diálogo com a morte. O poema existe no corpo e fora dele, em estado contínuo de vida e morte. Herberto é o assombro vivo da Poesia Portuguesa.

Para ler de vez em quando

Cardus

É dificil interpretar mas sente-se uma grande força nos textos. Boa edição gráfica.

Poesia exigente

Ricardo Moniz

Livro de poesia de dificil compreensão. É preciso ler com atenção, voltar a ler e refletir para se capatra a ideia do poeta. Gosto!

ABOUT THE AUTHOR

Herberto Helder

Herberto Helder nasceu em 1930 no Funchal, onde concluiu o 5.º ano. Em 1948 matriculou-se em Direito mas cedo abandonou esse curso para se inscrever em Filologia Românica, que frequentou durante três anos. Teve inúmeros trabalhos e colaborou em vários periódicos como A Briosa, Re-nhau-nhau, Búzio, Folhas de Poesia, Graal, Cadernos do Meio-dia, Pirâmide, Távola Redonda, Jornal de Letras e Artes. Em 1969 trabalhou como diretor literário da editorial Estampa. Viajou pela Bélgica, Holanda, Dinamarca e em 1971 partiu para África onde fez uma série de reportagens para a revista Notícias. Em 1994 foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa, que recusou. Faleceu em Cascais a 23 de março de 2015, tinha 84 anos.

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