Pack os Subterrâneos da Liberdade

Vols. I - II - III

by Jorge Amado
Publisher: Dom Quixote, July of 2012 ‧
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Este pack é composto por uma caixa arquivadora que contém os seguinte volumes:

Os Subterrâneos da Liberdade - Vol. I - Os ásperos tempos
A luta do povo brasileiro pela liberdade durante os tempos do Governo de Getúlio Vargas constitui o tema fundamental do romance tripartido Os Subterrâneos da Liberdade. Os Ásperos Tempos, primeiro volume da trilogia, traz a instauração do regime ditatorial do Estado Novo, o comportamento das forças políticas, os ideais proclamados e os primeiros movimentos de resistência.

Os Subterrâneos da Liberdade - Vol. II - Agonia da Noite
Agonia da Noite, segundo volume da trilogia, aborda o período em que o regime de Vargas já estava instaurado, mostrando que as promessas não foram cumpridas, deixando o povo sem opção.

Os Subterrâneos da Liberdade - Vol. III - A Luz no Túnel
A Luz no Túnel, terceiro volume da trilogia, completa o painel sobre a vida do povo brasileiro durante o Estado Novo, contando as grandes lutas então travadas na antiga capital e no interior.

Pack os Subterrâneos da Liberdade

Vols. I - II - III

by Jorge Amado

Property Description
ISBN: 9789722050746
Publisher: Dom Quixote
Release Date: July of 2012
Language: Portuguese
Dimensions: 155 x 237 x 76 mm
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Romance
EAN: 9789722050746

Excelente compra

João Pedro Cotrim

"Os Subterrâneos da Liberdade" é um romance em três volumes, drama político no Brasil durante o seu Estado Novo com Getúlio Vargas contado através de alguns intervenientes ficcionados. Uma excelente obra de Jorge Amado. Este pack é a melhor maneira de adquirir os três volumes.

bezouro.capoeira

jorge gaspar

são livros de intrigas e enlaços da politica no brasil, mas que retratam muitas situaçoes do ontem do hj e tvz do amanha.

ABOUT THE AUTHOR

Jorge Amado

Jorge Amado nasceu em Pirangi, Baía, em 1912 e faleceu a 6 de agosto de 2001. Viveu uma adolescência agitada, primeiro, na Baía, no início dos seus estudos, depois no Rio de Janeiro, onde se formou em Direito e começou a dedicar-se ao jornalismo. Em 1935 já se tinha estreado como romancista com O País do Carnaval (1931), Cacau (1933), Suor (1934), seguindo-se Terras do Sem Fim (1943) e S. Jorge dos Ilhéus (1944). Politicamente de esquerda, foi obrigado a emigrar, passando por Buenos Aires, onde escreveu O Cavaleiro da Esperança (1942), biografia de Carlos Prestes, depois pela França, pela União Soviética... regressando entretanto ao Brasil depois de ter estado na Ásia e no Médio Oriente. Em 1951 recebeu o Prémio Estaline, com a designação de "Prémio Internacional da Paz". Os problemas sociais orientam a sua obra, mas o seu talento de escritor afirma-se numa linguagem rica de elementos populares e folclóricos e de grande conteúdo humano, o que vai superar a vertente política. A sua obra tem toques de picaresco, sem perder a essência crítica e a poética. Além das já citadas, referimos, na sua vasta produção: Jubiabá (1935), Mar Morto (1936), Capitães da Areia (1937), Seara Vermelha (1946), Os Subterrâneos da Liberdade (1952). Mas é com Gabriela, Cravo e Canela (1958), Os Velhos Marinheiros (1961), Os Pastores da Noite (1964) e Dona Flor e os Seus Dois Maridos (1966) em que o romancista põe de parte a faceta politizante inicial e se volta para temas como a infância, a música, o misticismo popular, a turbulência popular e a vagabundagem, numa linguagem de sabor poético, humorista, renovada com recursos da tradição clássica ligados aos processos da novela picaresca. O seu sentimento humano e o amor à terra natal inspiram textos onde é evidente a beleza da paisagem, a tradição cultural e popular, os problemas humanos e sociais - uma infância abandonada e culpada de delitos, o cais com as suas misérias, a vida difícil do negro da cidade, a seca, o cangaço, o trabalhador explorado da cidade e do campo, o "coronelismo" feudal latifundiário perpassam significativamente na obra deste romancista dos maiores do Brasil e dos mais conhecidos no mundo. Fecundo contador de histórias regionais, Jorge Amado definiu-se, um dia, "apenas um baiano romântico, contador de histórias". "Definição justa, pois resume o carácter do romancista voltado para exemplos de atitudes vitais: românticas e sensuais... a que, uma vez por outra, empresta matizes políticos...", como diz Alfredo Bosi em História Concisa da Literatura Brasileira. Foi-lhe atribuído o Prémio Camões em 1994.

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