O que resta do dia

Antologia de poesia com um texto em prosa

by Judith Herzberg
Publisher: Cavalo de Ferro, January of 2008 ‧
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Edição bilingue

Judith Herzberg é um dos maiores poetas holandeses e uma das vozes mais representativas da poesia contemporânea europeia, contando com inúmeros prémios e traduções em vários idiomas. Os poemas desta edição, seleccionados pela própria autora, abrangem exclusivamente os primeiros vinte anos da sua vasta e importante carreira poética.

«E desatei a ler esta poesia leve, em que cai a sombra dos dias e os pesadelos da memória, a leveza das lembranças também, anotações que serão, para que nada esqueça, para que alguma coisa se salve, a poesia será «o que resta do dia», na expressão tão pertinente que foi colher a Freud. E a ela, que tanto gosta da lentidão, do correio por via marítima (título da sua primeira recolha), tenho-a lido devagarinho, há sete anos que a vou lendo, afinal, sem atropelo, há poetas assim, a sua poesia é lenta, adagio molto.»
Jorge Silva Melo

O que resta do dia

Antologia de poesia com um texto em prosa

by Judith Herzberg

Property Description
ISBN: 9789896230746
Publisher: Cavalo de Ferro
Release Date: January of 2008
Language: Portuguese
Dimensions: 150 x 230 x 15 mm
Pages: 200
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Poetry
EAN: 9789896230746

ABOUT THE AUTHOR

Judith Herzberg

Nasceu em Amesterdão em 1934. Começou a publicar poesia no início dos anos 60. Nos anos 70 começou a escrever para teatro. É também autora de ensaios, argumentos cinematográficos, peças para televisão e várias traduções. Recebeu vários prémios e tem peças traduzidas em alemão, inglês, francês e italiano. Disse uma vez: "Evito afirmações moralistas nas minhas peças. Tento que o público possa experimentar a mesma confusão que eu, quando observo a realidade." A sua obra poética iniciou-se com Zeepost (1963), a que se seguiram Beemdgras (1968), Vliegen (1970), Strijklicht (1971), 27 Liedesliedjes (1971), uma adaptação do Cântico dos Cânticos, Botshol (1981), Dagrest (1984), Twintig gedichten (1984), Dat Engels geen au heeft (1985), Zoals (1987), Doen en laten (1994), Wat zij wilde schilderen (1996), Landschap (1998), Bijvangst (1999), Staalkaart (2000), 10 mooiste gedichten (2002), Soms vaak (2004). Uma breve antologia sua foi publicada na Revista DiVersos nº 7.
No teatro podem destacar-se: De deur stond open (1972), Het is geen hond (1973), Dat het 's ochtends ochtend wordt (1975), Leedvermaak [Os Casamentos de Lea] (1982), En/of (1985), Merg (1986), De kleine zeemeermin (1986), De Caracal (1988), Kras (1989), Een goed hoofd (1991), Rijgdraad (1995), De Nietsfabriek (1997), Een golem (1998), Lieve Arthur (2000), Simon (2002) e Vielleicht Reisen (2004).
Os Casamentos de Lea e O Caracal encontram-se publicados no nº 3 da Revista Artistas Unidos em traduções, respectivamente de Lut Caenen e Lieve van Loocke e de Lut Caenen e Filipe Ferrer. O primeiro texto foi apresentado durante as Leituras de Teatro Neerlandês, em 2000. Em 2003, Alberto Seixas Santos dirigiu O Caracal no Teatro Taborda.

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