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SYNOPSIS
Armando Pinheiro é natural do Porto e licenciado em Medicina, que ainda exerce. Pneumologista de renome, foi durante largos anos Director dos Serviços de Cuidados Intensivos do Hospital de Santo António.
A sua actividade literária, sempre no campo da poesia, começou em 1978, com a edição de Espelho na Editorial Inova. De aí para cá já publicou 15 títulos e organizou uma antologia de sonetos portugueses (1995; 2ª ed. 1997). Ele próprio é um cultor do soneto e agora reuniu todos os seus sonetos neste belíssimo livro, O Que Há de Comum (onde acrescentou 100 sonetos inéditos), com 4 desenhos de Armando Alves e prefácio de Manuel António Pina.
O livro tem também uma edição especial de 50 exemplares, numerados e assinados por Armando Pinheiro, Armando Alves e Manuel António Pina, com uma serigrafia no formato 210x290mm, de Armando Alves.
“Memória e identidade, pensamento e sentimento, natureza e consciência, o tempo que passa e o tempo que permanece, a vida e a morte, ao lado da instante presença do imediato, do episódico, do precário são temas recorrentes em toda a poesia de Armando Pinheiro”.
Do prefácio de Manuel António Pina
«Uma poética límpida, a de Armando Pinheiro, ao longo de meio século de escrita. (...) « A poesia de Armando Pinheiro cria (...) a espiral da “grande comunhão” do Eu, viagem pelos porquês da alma, aí, onde “o sonho se instala”. Enamorada de decassílabos, de “ritmos soberanos”, participa, contudo, de muitas correntes e ergue-se inteira, singular, na unidade do autor. Encontra o seu caminho num trajecto universal.»
Maria Augusta Silva, Diário de Notícias
A sua actividade literária, sempre no campo da poesia, começou em 1978, com a edição de Espelho na Editorial Inova. De aí para cá já publicou 15 títulos e organizou uma antologia de sonetos portugueses (1995; 2ª ed. 1997). Ele próprio é um cultor do soneto e agora reuniu todos os seus sonetos neste belíssimo livro, O Que Há de Comum (onde acrescentou 100 sonetos inéditos), com 4 desenhos de Armando Alves e prefácio de Manuel António Pina.
O livro tem também uma edição especial de 50 exemplares, numerados e assinados por Armando Pinheiro, Armando Alves e Manuel António Pina, com uma serigrafia no formato 210x290mm, de Armando Alves.
“Memória e identidade, pensamento e sentimento, natureza e consciência, o tempo que passa e o tempo que permanece, a vida e a morte, ao lado da instante presença do imediato, do episódico, do precário são temas recorrentes em toda a poesia de Armando Pinheiro”.
Do prefácio de Manuel António Pina
«Uma poética límpida, a de Armando Pinheiro, ao longo de meio século de escrita. (...) « A poesia de Armando Pinheiro cria (...) a espiral da “grande comunhão” do Eu, viagem pelos porquês da alma, aí, onde “o sonho se instala”. Enamorada de decassílabos, de “ritmos soberanos”, participa, contudo, de muitas correntes e ergue-se inteira, singular, na unidade do autor. Encontra o seu caminho num trajecto universal.»
Maria Augusta Silva, Diário de Notícias
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789728651091 |
| Publisher: | Edições Caixotim |
| Release Date: | April of 2002 |
| Language: | Portuguese |
| Dimensions: | 230 x 310 mm |
| Pages: | 300 |
| Format: | Book |
| Categories: |
Books in Portuguese
>
Fiction
>
Poetry
|
| EAN: | 9789728651091 |
| Recommended Minimum Age: | Not applicable |
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