O Que Conhecemos Quando Intuímos
Publisher:
Universidade Católica Portuguesa - Porto, June of 2014 ‧
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SYNOPSIS
A publicação "O que conhecemos quando intuímos? A problemática da intuição como interface da filosofia da ciência em Portugal", aborda uma das mais fascinantes funções do nosso cérebro: o papel da intuição no processo da produção do conhecimento.
Durante séculos, a arquitetura do processo de conhecimento oscilou entre as ideias inatas e as ideias adquiridas ou dedutivas. O avanço na investigação das neurociências veio dar uma nova perspetiva a este debate dicotómico, procurando encontrar na perspetiva neurobiológica um processo unificador que valorize as mais variadas fontes do conhecimento. Apesar de atual e inovador, esta tentativa de unificação carece de uma fundamentação globalizante filosoficamente sustentada. É este o contributo desta publicação.
O que torna este ensaio aliciante, é a sua "perspetiva improvável", personificada em quatro elementos essenciais:
1. A abordagem de uma questão tão complexa como a intuição pode fazer com que se ceda à tentação da construção de um discurso hermético e pouco compreensível para a maioria dos leitores.
2. Esta publicação não encarrila numa abordagem tradicionalmente asséptica, mas lança-se num tratamento do processo epistemológico no qual o "hiato gnosiológico" se converte na síntese pessoal da questão central, fazendo entrar no debate autores tão improváveis como Antero de Quental; Immanuel Kant ; Leonardo Coimbra; Karl Popper; Charles Sanders Peirce ou Fernando Gil. Um debate improvável, sem dúvida!
3. Por último, este ensaio apresenta uma proposta arrojada para o futuro do debate de uma teoria do conhecimento. Servindo-se do pensamento inovador do saudoso professor Fernando Gil, é sugerida uma possível chave de interpretação fenómeno da intuição a que chama de "conhecimento íntimo".
Durante séculos, a arquitetura do processo de conhecimento oscilou entre as ideias inatas e as ideias adquiridas ou dedutivas. O avanço na investigação das neurociências veio dar uma nova perspetiva a este debate dicotómico, procurando encontrar na perspetiva neurobiológica um processo unificador que valorize as mais variadas fontes do conhecimento. Apesar de atual e inovador, esta tentativa de unificação carece de uma fundamentação globalizante filosoficamente sustentada. É este o contributo desta publicação.
O que torna este ensaio aliciante, é a sua "perspetiva improvável", personificada em quatro elementos essenciais:
1. A abordagem de uma questão tão complexa como a intuição pode fazer com que se ceda à tentação da construção de um discurso hermético e pouco compreensível para a maioria dos leitores.
2. Esta publicação não encarrila numa abordagem tradicionalmente asséptica, mas lança-se num tratamento do processo epistemológico no qual o "hiato gnosiológico" se converte na síntese pessoal da questão central, fazendo entrar no debate autores tão improváveis como Antero de Quental; Immanuel Kant ; Leonardo Coimbra; Karl Popper; Charles Sanders Peirce ou Fernando Gil. Um debate improvável, sem dúvida!
3. Por último, este ensaio apresenta uma proposta arrojada para o futuro do debate de uma teoria do conhecimento. Servindo-se do pensamento inovador do saudoso professor Fernando Gil, é sugerida uma possível chave de interpretação fenómeno da intuição a que chama de "conhecimento íntimo".
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789898366627 |
| Publisher: | Universidade Católica Portuguesa - Porto |
| Release Date: | June of 2014 |
| Language: | Portuguese |
| Dimensions: | 132 x 208 x 8 mm |
| Cover: | Softcover |
| Pages: | 96 |
| Format: | Book |
| Categories: |
Books in Portuguese
>
Social Sciences and Humanities
>
Philosophy
|
| EAN: | 9789898366627 |