Disparates do Mundo

by G.K. Chesterton
Publisher: Alêtheia Editores, March of 2013 ‧
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Esta notável análise das questões sociais e morais do brilhante escritor britânico é tão relevante e actual hoje como à época em que foi escrito, em 1910. O estilo de Chesterton é inconfundível, pela lucidez, desassombro, humor e actualidade com que escreve.
Traduzido para português como Disparates do Mundo, o título original «What’s wrong with the World?» teve origem num desafio lançado em 1907 pelo jornal londrino Times a um grupo de eminentes filósofos e escritores, pedindo-lhes a resposta para essa mesma pergunta. De imediato G.K. Chesterton, acedeu ao pedido e enviou uma carta ao periódico com o seguinte teor: «Estimados senhores, no que se refere ao vosso artigo ‘What’s wrong with the World?’ (O que está mal no mundo?): estou eu. Com consideração, G.K.Chesterton»

Disparates do Mundo

by G.K. Chesterton

Property Description
ISBN: 9789896225339
Publisher: Alêtheia Editores
Release Date: March of 2013
Language: Portuguese
Dimensions: 137 x 220 x 13 mm
Cover: Softcover
Pages: 272
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Essays
EAN: 9789896225339

Pontos de Vista

José Jorge

Ler Chesterton é escutar, pensar e discutir com alguém inteligente, com quem se poderá estar mais ou menos de acordo, com quem se poderá sorrir ou reflectir. Disparates do mundo , por mais disparatado que seja - o mundo - torna-nos mais ricos.

ABOUT THE AUTHOR

G.K. Chesterton

Gilbert Keith Chesterton (1874–1936) nasceu em Londres e frequentou a escola de arte do University College London. Em 1900 foi convidado a contribuir com artigos de crítica de arte, e a partir daí tornou-se um dos escritores mais prolíficos de todos os tempos. Escreveu cerca de uma centena de livros, centenas de poemas, cinco peças de teatro, cinco romances e cerca de 200 contos, muitos dos quais incluem o popular padre detetive, Padre Brown. Ainda assim, considerava-se, antes de mais, jornalista: escreveu mais de 4000 ensaios para jornais e também editou o seu próprio jornal, G.K.’s Weekly. Escrevia com à-vontade nas áreas de crítica literária e social, história, política, economia, filosofia e teologia. É frequentemente chamado de «príncipe do paradoxo».

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