Chita

A Memory Of Last Island

by Lafcadio Hearn
language: english
Publisher: UNIVERSITY PRESS OF MISSISSIPPI, July of 2018 ‧
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On August 10, 1856, the Gulf of Mexico reared up and hurled itself over Last Island, near New Orleans. The storm essentially split the island in half and swept much of it away. Lafcadio Hearn used these basic historical facts to create Chita. Originally published in 1889, this novella is a minor masterpiece that is by turns mysterious, mesmerizing, and tragic.

Chita

A Memory Of Last Island

by Lafcadio Hearn

Property Description
ISBN: 9781496818386
Publisher: UNIVERSITY PRESS OF MISSISSIPPI
Release Date: July of 2018
Language: English
Dimensions: 152 x 229 x 20 mm
Cover: Softcover
Pages: 138
Format: Book
Collection: Banner Books
Categories: Books in English > Fiction > Fiction
Books in English > Others
EAN: 9781496818386

ABOUT THE AUTHOR

Lafcadio Hearn

Lafcadio Hearn (1850-1904) nascido em 1850, Patrick Lafcadio Hearn teve um princípio de vida difícil: após o falecimento dos pais, foi criado por uma tia, em Dublin, e, aos dezasseis anos, perdeu uma vista numa brincadeira com os colegas de escola que correu mal. Rejeitado pela família, trocou a Irlanda por Inglaterra e depois por França, antes de se instalar nos Estados Unidos da América, onde se tornou jornalista no Enquirer. Descobriu a cultura japonesa por intermédio de contactos com o embaixador do Império do Japão. Em 1874 - numa época em que os casamentos mistos eram ilegais -, Hearn contraiu matrimónio com Althea «Matthie» Foley, de origem mestiça. Quando esta união foi descoberta, despediram-no e começou a trabalhar para o jornal concorrente, o Cincinnati Commercial. Interessou-se pela cultura crioula de Nova Orleães, tendo publicado, em 1885, um dicionário de provérbios crioulos e uma coletânea de temática culinária. Em 1889, o jornal Harper’s Monthly enviou-o como correspondente para as Antilhas. Após um primeiro romance, Youma, reuniu um grande número de contos tradicionais da Martinica, que foram objeto de diversas obras. Um ano depois, aceitou um convite do seu amigo embaixador do Japão e instalou-se em Yokohama, onde encontrou emprego como jornalista na imprensa anglófona. Hearn casou com a filha de um samurai, Koizumi Stesuko , obtendo a cidadania japonesa com o nome Koizumi Yakumo em 1896. Passou, então, a interessar-se pelas histórias tradicionais japonesas de fantasmas (yokai) e começou a escrever as suas obras sobre o Japão. Viajante inveterado, viveu sucessivamente em Kobe, em Matsue e, ainda, em Tóquio, onde foi nomeado professor na Universidade de Waseda. Grande admirador de Pierre Loti, Hearn foi igualmente tradutor para inglês de Flaubert, Anatole France, Théophile Gautier, Hugo, Maupassant, Mérimée, Nerval e Zola. Morreu em 1904, vítima de doença cardíaca, em Tóquio. Foram-lhe prestadas inúmeras homenagens tanto na literatura e na banda desenhada, como no cinema e na televisão.

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