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A Câmara Clara

(Reimpressão da Edição de 2007)

by Roland Barthes
Publisher: Edições 70, January of 2012 ‧
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Obra derradeira do espírito criador de Roland Barthes, A Câmara Clara é uma reflexão sobre a imagem fotográfica - expressa, aliás, no próprio subtítulo, «nota sobre a fotografia»; mas é, também, uma apaixonada e dramática meditação sobre a vida e a morte.

A Câmara Clara

(Reimpressão da Edição de 2007)

by Roland Barthes

Property Description
ISBN: 9789724413495
Publisher: Edições 70
Release Date: January of 2012
Language: Portuguese
Dimensions: 134 x 213 x 9 mm
Cover: Softcover
Pages: 144
Format: Book
Collection: Obras de Roland Barthes
Categories: Books in Portuguese > Art > Photography
EAN: 9789724413495

Câmara clara

Anabela

Este livro é muito bom para refletir e pensar sobre o que é a fotografia e a sua importância.

A fotografia ao espelho

Jorge Cardoso / [email protected]

Depois da técnica fotográfica e da arte fotográfica haverá a filosofia da fotografia? Livro indispensável na universidade... nome de programa cultural na televisão... "A Câmara Clara" é uma obra seminal, mais citada do que lida. Este é o momento de corrigir esse erro!

ABOUT THE AUTHOR

Roland Barthes

Roland Barthes (Cherbourg, 12 de novembro de 1915 — Paris, 26 de março de 1980) foi um escritor, sociólogo, crítico literário, semiólogo e filósofo francês.

Formado em Letras Clássicas em 1939 e Gramática e Filosofia em 1943 na Universidade de Paris, fez parte da escola estruturalista, influenciado pelo lingüista Ferdinand de Saussure. Crítico dos conceitos teóricos complexos que circularam dentro dos centros educativos franceses nos anos 50. Entre 1952 e 1959 trabalhou no Centre national de la recherche scientifique - CNRS.

Barthes usou a análise semiótica em revistas e propagandas, destacando seu conteúdo político. Dividia o processo de significação em dois momentos: denotativo e conotativo. Resumida e essencialmente, o primeiro tratava da perceção simples, superficial; e o segundo continha as mitologias, como chamava os sistemas de códigos que nos são transmitidos e são adotados como padrões. Segundo ele, esses conjuntos ideológicos eram às vezes absorvidos despercebidamente, o que possibilitava e tornava viável o uso de veículos de comunicação para a persuasão.

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