Death Grips
Death Grips é uma banda norte-americana de experimental hip-hop formada em 2010 em Sacramento, Califórnia. Composta por MC Ride (Stefan Burnett) nos vocais, Zach Hill na bateria e produção, e Andy Morin (conhecido como Flatlander) na produção e teclados, a banda é conhecida pelo seu som abrasivo, caótico e inovador, que mistura hip-hop, música industrial, punk e eletrónica.
O primeiro lançamento da banda, a mixtape Exmilitary (2011), apresentou ao mundo o estilo visceral e agressivo de Death Grips. Com faixas como "Guillotine" e "Takyon (Death Yon)", a mixtape chamou a atenção pela sua abordagem disruptiva, misturando batidas pesadas, vocais intensos e um ethos punk que desafiava convenções musicais.
Em 2012, lançaram The Money Store, o seu primeiro álbum de estúdio pela Epic Records. Este trabalho recebeu aclamação da crítica pela sua fusão inovadora de géneros e letras enigmáticas, sendo considerado um marco na música experimental. Contudo, a banda continuou a romper barreiras ao lançar No Love Deep Web no mesmo ano, sem a autorização da editora. A capa controversa e o lançamento inesperado solidificaram a reputação da banda como rebelde e imprevisível.
Os álbuns seguintes, como Government Plates (2013) e The Powers That B (2015), continuaram a explorar territórios sonoros extremos, misturando glitch, noise e batidas intensas com a abordagem vocal inconfundível de MC Ride. The Powers That B, dividido em duas partes (Niggas on the Moon e Jenny Death), tornou-se um dos trabalhos mais icónicos da banda, abordando temas como alienação, identidade e caos.
Death Grips também é conhecida pela sua performance ao vivo altamente energética e imprevisível, bem como pela relação pouco convencional com os fãs e a indústria musical. A banda tem um histórico de cancelar espetáculos e evitar entrevistas, optando por deixar a música e os visuais falarem por si.
O álbum Year of the Snitch (2018) continuou a empurrar os limites do som da banda, colaborando com figuras inusitadas como Andrew Adamson, diretor de Shrek. Este trabalho consolidou a sua posição como uma das bandas mais vanguardistas e imprevisíveis da era moderna.
Death Grips transcende categorias tradicionais, sendo mais do que apenas uma banda de hip-hop ou eletrónica. A sua música, frequentemente descrita como uma experiência visceral e caótica, continua a desafiar convenções, inspirando uma legião de fãs dedicados e influenciando artistas de diversos géneros. Com uma abordagem única e intransigente, Death Grips mantém-se como uma força revolucionária no mundo da música experimental.
O primeiro lançamento da banda, a mixtape Exmilitary (2011), apresentou ao mundo o estilo visceral e agressivo de Death Grips. Com faixas como "Guillotine" e "Takyon (Death Yon)", a mixtape chamou a atenção pela sua abordagem disruptiva, misturando batidas pesadas, vocais intensos e um ethos punk que desafiava convenções musicais.
Em 2012, lançaram The Money Store, o seu primeiro álbum de estúdio pela Epic Records. Este trabalho recebeu aclamação da crítica pela sua fusão inovadora de géneros e letras enigmáticas, sendo considerado um marco na música experimental. Contudo, a banda continuou a romper barreiras ao lançar No Love Deep Web no mesmo ano, sem a autorização da editora. A capa controversa e o lançamento inesperado solidificaram a reputação da banda como rebelde e imprevisível.
Os álbuns seguintes, como Government Plates (2013) e The Powers That B (2015), continuaram a explorar territórios sonoros extremos, misturando glitch, noise e batidas intensas com a abordagem vocal inconfundível de MC Ride. The Powers That B, dividido em duas partes (Niggas on the Moon e Jenny Death), tornou-se um dos trabalhos mais icónicos da banda, abordando temas como alienação, identidade e caos.
Death Grips também é conhecida pela sua performance ao vivo altamente energética e imprevisível, bem como pela relação pouco convencional com os fãs e a indústria musical. A banda tem um histórico de cancelar espetáculos e evitar entrevistas, optando por deixar a música e os visuais falarem por si.
O álbum Year of the Snitch (2018) continuou a empurrar os limites do som da banda, colaborando com figuras inusitadas como Andrew Adamson, diretor de Shrek. Este trabalho consolidou a sua posição como uma das bandas mais vanguardistas e imprevisíveis da era moderna.
Death Grips transcende categorias tradicionais, sendo mais do que apenas uma banda de hip-hop ou eletrónica. A sua música, frequentemente descrita como uma experiência visceral e caótica, continua a desafiar convenções, inspirando uma legião de fãs dedicados e influenciando artistas de diversos géneros. Com uma abordagem única e intransigente, Death Grips mantém-se como uma força revolucionária no mundo da música experimental.
Bibliography
Order
Edition Date
Ranking
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Government Plates - VinilThird Worlds01-20230,00€
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No Love Deep Web - VinilThird Worlds01-20200,00€
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Year Of The Snitch - CDCaroline International01-20180,00€
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Year Of The Snitch - VinilThird Worlds01-20180,00€
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Bottomless Pit - VinilHarvest01-20160,00€
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Bottomless Pit - CDHarvest01-20160,00€
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The Powers That B - CDHarvest01-20150,00€
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No Love Deep Web - CDHarvest11-20130,00€
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The Money Store - VinilCOLUMBIA05-20120,00€
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The Money Store - CDEpic01-20120,00€