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Sobre A Arte Poética eBook

de Aristóteles

idioma: português do brasil
editor: Autêntica Editora, junho de 2018
"Sobre a arte poética é, sem dúvida, o mais interdisciplinar dos textos aristotélicos. A obra permanece sendo ao mesmo tempo uma luz – pela precisão de suas observações e pelo alcance de suas propostas – e um enigma – pela concisão de seu estilo e pela variedade de opções interpretativas. A tradução de Antonio Mattoso e Antônio Queirós Campos é marcada pela atenção à letra e à sintaxe do texto grego. Soma-se a ela o cuidado da edição em brindar o público com um texto Bilíngue, um aparato crítico cuidadoso, além de um prefácio, uma introdução e um comentário especializados. É um trabalho rigoroso e imprescindível ao leitor-pesquisador, uma versão da obra aristotélica que definitivamente faz jus ao seu renome, porque convida o leitor a participar ativamente – enquanto intérprete – dessa empreitada que a leitura da Poética jamais deixará de ser." Luisa Severo Buarque de Holanda

Sobre A Arte Poética

de Aristóteles

Propriedade Descrição
ISBN: 9788551301135
Editor: Autêntica Editora
Data de Lançamento: junho de 2018
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 160
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação temática: eBooks em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9788551301135
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O essencial da Arte Poética

Tatiana Freitas

Para quem procura compreender o desenvolvimento da escrita de ficção desde os primórdios, este livro é fundamental. Aristóteles oferece uma visão única.

Aristóteles

Aristóteles nasceu em Estagira, na Calcídica. Apesar de ser da Macedônia, o grego era o idioma falado. Era filho de Nicômaco, amigo e médico pessoal do rei macedônio Amintas II, pai de Filipe II da Macedônia e avô de Alexandre, o Grande. É provável que o interesse de Aristóteles por biologia e fisiologia decorra da atividade médica exercida pelo pai. Com cerca de 16 ou 17 anos partiu para Atenas, maior centro intelectual e artístico da Grécia. Como muitos outros jovens de seu tempo, foi para lá prosseguir os estudos. Duas grandes instituições disputavam a preferência dos jovens: a escola de Isócrates, que visava preparar o aluno para a vida política, e Platão e sua Academia, com preferência à ciência (episteme) como fundamento da realidade. Apesar do aviso de que, quem não conhecesse Geometria ali não deveria entrar, Aristóteles decidiu-se pela Academia platônica e nela permaneceu 20 anos, até 347 a.C., ano que morreu Platão. Com a morte de grande mestre e com a escolha do sobrinho de Platão, Espeusipo, para a chefia da Academia, Aristóteles partiu para Assos com alguns ex-alunos. Dois fatos parecem se relacionar com esse episódio: Espeusipo representava uma tendência que desagradava imensamente Aristóteles, isto é, a matematização da filosofia; e Aristóteles ter-se sentido preterido (ou rejeitado), já que se julgava o mais apto para assumir a direção da Academia. Em Assoo, Aristóteles fundou um pequeno círculo filosófico com a ajuda de Hérmias, tirano local e eventual ouvinte de Platão. Lá ficou por três anos e casou-se com Pítias, sobrinha de Hérmias. Assassinado Hérmias, Aristóteles partiu para Mitilene, na ilha de Lesbos, onde realizou a maior parte de suas famosas investigações biológicas. No ano de 343 a.C. chamado por Filipe II, tornou-se precetor de Alexandre, função que exerceu até 336 a.C., quando Alexandre subiu ao trono. Neste mesmo ano, de volta a Atenas, fundou o «Lykeion», origem da palavra Liceu cujos alunos ficaram conhecidos como peripatéticos (os que passeiam), nome decorrente do hábito de Aristóteles de ensinar ao ar livre, muitas vezes sob as árvores que cercavam o Liceu. Ao contrário da Academia de Platão, o Liceu privilegiava as ciências naturais. Alexandre mesmo enviava ao mestre exemplares da fauna e flora das regiões conquistadas. Seu trabalho cobria os campos do conhecimento clássico de então: filosofia, metafísica, lógica, ética, política, retórica, poesia, biologia, zoologia, medicina e não só estabeleceu as bases de tais disciplinas quanto sua metodologia científica. Aristóteles dirigiu a escola até 323 a.C., pouco depois da morte de Alexandre. Os sentimentos antimacedônios dos atenienses voltaram-se contra ele que, sentindo-se ameaçado, deixou Atenas afirmando não permitir que a cidade cometesse um segundo crime contra a filosofia (alusão ao julgamento de Sócrates). Deixou a escola aos cuidados de seu principal discípulo, Teofrasto (371 a.C. - 287 a.C.) e retirou-se para Cálcis, na Eubéia, onde morreu no ano seguinte.

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