Conto De Escola eBook

de Machado de Assis

editor: Editora Astronauta
Um conto que se passa na época da Regência, mas precisamente no ano de 1840, mas que se assemelha ainda em alguns aspectos, senão em muitos, com a vida atual. Pilar é um estudante que tem os olhos voltados mais para o que ocorre fora da escola do que dentro dela. E é justamente durante uma aula que Raimundo, filho do professor que lhes lecionava, mostra a Pilar uma moeda da época do rei. Pilar fica a admirar e a desejar a "pratinha", mas Raimundo propõe ao colega uma explicação sobre a lição de sintaxe, em troca da moeda. É quando Curvelo, um outro aluno da sala, flagra a ação entre os dois.Machado de Assis apresenta o conto de maneira irônica, sábia e atemporal: os métodos tradicionais de educação, os dilemas que todos estudantes já enfrentaram, e que ainda hoje enfrentam, além de colocar a escola como um cenário que nos faz refletir sobre o que aprendemos nela; mas acima de tudo uma lição que somente a pureza e o rufo do tambor podem ensinar.

Conto De Escola

de Machado de Assis

ISBN: 9786599056925
Editor: Editora Astronauta
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 30
Tipo de produto: eBook
Formato: ePUB i
Classificação temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9786599056925
Machado de Assis

Machado de Assis é filho de pai mulato carioca e mãe açoriana. O escritor brasileiro nasceu no Rio de Janeiro em 1839 e morreu em 1908. Autodidata e ambicioso, tornou-se um clássico da língua portuguesa. Os primeiros poemas foram publicados na imprensa, seguindo-se-lhes crónicas, contos, romances e ensaios críticos. O seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, foi publicado em 1864 e o seu primeiro romance, Ressurreição, em 1872. Iniciando a sua atividade literária em pleno Romantismo, tornou-se o autor mais importante da nova estética do Realismo e foi ainda contemporâneo do Parnasianismo e do Simbolismo. Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) corresponde à fase do Realismo psicológico, em que o autor vai mostrar a ambiguidade fundamental do ser humano, a incapacidade humana de conhecimento do real, substituindo-o, assim, por uma mistificação. Esta demonstração é muito mais subtil do que a análise dos meros mecanismos hereditários e sociais próprios do Naturalismo. Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899), Esaú e Jacob (1904) e Memorial de Aires (1908), são as obras-primas deste período. Por elas perpassa uma trágica ironia a par com uma visão sem ilusões da sociedade urbana carioca.

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