Virgílio C. Dias
É natural de Lavacolhos, uma pequena aldeia do concelho do Fundão. Ao terminar a escola primária, onde teve o privilégio de uma professora de inexcedível dedicação e saber, entrou, por iniciativa dela, no seminário dos Jesuítas, onde fez nove anos de formação.
Passados tantos anos, é com imensa satisfação que ainda revive as aulas de Latim e de Grego de António Freire, as de Literatura Portuguesa de João Mendes e as de Cultura Grega de João Maia. Que Professores!
O passo seguinte foi a Licenciatura em Filologia Clássica na FLUL, onde, além de outros, foi aluno de Francisco Rebelo Gonçalves, Rosado Fernandes e M. Helena Ureña Prieto. No segundo ano passou para Coimbra, donde mais recorda o Prof. Costa Pimpão em Literatura Portuguesa II. E logo regressou à FLUL onde fez os três últimos anos da Licenciatura. Poucos anos depois, voltou à Universidade de Coimbra para o Curso de Ciências Pedagógicas. Com o estágio no Liceu Nacional de Castelo Branco ficou completa a formação profissional.
Em 1999, voltou à Universidade, agora a UBI, na Covilhã. É um privilégio ter sido o primeiro que, naquela Universidade, na sua Faculdade de Letras, obteve o grau de Mestre, com uma dissertação sobre «Transitividade Verbal», orientada pelo saudoso Prof. Malaca Casteleiro.
Vive em Castelo Branco.
Passados tantos anos, é com imensa satisfação que ainda revive as aulas de Latim e de Grego de António Freire, as de Literatura Portuguesa de João Mendes e as de Cultura Grega de João Maia. Que Professores!
O passo seguinte foi a Licenciatura em Filologia Clássica na FLUL, onde, além de outros, foi aluno de Francisco Rebelo Gonçalves, Rosado Fernandes e M. Helena Ureña Prieto. No segundo ano passou para Coimbra, donde mais recorda o Prof. Costa Pimpão em Literatura Portuguesa II. E logo regressou à FLUL onde fez os três últimos anos da Licenciatura. Poucos anos depois, voltou à Universidade de Coimbra para o Curso de Ciências Pedagógicas. Com o estágio no Liceu Nacional de Castelo Branco ficou completa a formação profissional.
Em 1999, voltou à Universidade, agora a UBI, na Covilhã. É um privilégio ter sido o primeiro que, naquela Universidade, na sua Faculdade de Letras, obteve o grau de Mestre, com uma dissertação sobre «Transitividade Verbal», orientada pelo saudoso Prof. Malaca Casteleiro.
Vive em Castelo Branco.
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