Sílvia M. Vasconcelos
Nascida no Funchal, despontou para a poesia aos dez anos, pela mão de uma professora de Português, chegando a ganhar um prémio num certame escolar. Desde então tem sido assídua na leitura e na escrita poéticas, o que a levou a editar o seu primeiro livro de poesia, Arestas, a que se segue Solitude.
No teatro e na declamação de poesia começou igualmente cedo, aos treze anos, tendo sido atriz do Teatro Experimental do Funchal durante cerca de trinta anos. A paixão pelos animais levou-a a estudar e enveredar profissionalmente pela Medicina Veterinária, tendo concluído o mestrado em Microbiologia e o doutoramento e o pós-doutoramento em Ciências Veterinárias (sobre os benefícios dos animais para a saúde mental da população idosa e da população reclusa, respetivamente, com o primeiro trabalho a resultar num livro).
O ativismo, a arte e a literatura (e o inconformismo com as desigualdades sociais) levaram-na à política, tendo sido deputada na Assembleia Legislativa da Madeira. Aí, bateu-se sobretudo pela causa animal, pela cultura, pelos direitos das mulheres, das crianças e dos idosos, e pelos direitos laborais e outros temas sociais.
Escreve regularmente no Jornal da Madeira e no Jornal Económico. Sobretudo, é incapaz de não continuar a sonhar e de deixar de se empenhar no que desde cedo a norteou: as suas paixões, que incluem igualmente a humanidade.
No teatro e na declamação de poesia começou igualmente cedo, aos treze anos, tendo sido atriz do Teatro Experimental do Funchal durante cerca de trinta anos. A paixão pelos animais levou-a a estudar e enveredar profissionalmente pela Medicina Veterinária, tendo concluído o mestrado em Microbiologia e o doutoramento e o pós-doutoramento em Ciências Veterinárias (sobre os benefícios dos animais para a saúde mental da população idosa e da população reclusa, respetivamente, com o primeiro trabalho a resultar num livro).
O ativismo, a arte e a literatura (e o inconformismo com as desigualdades sociais) levaram-na à política, tendo sido deputada na Assembleia Legislativa da Madeira. Aí, bateu-se sobretudo pela causa animal, pela cultura, pelos direitos das mulheres, das crianças e dos idosos, e pelos direitos laborais e outros temas sociais.
Escreve regularmente no Jornal da Madeira e no Jornal Económico. Sobretudo, é incapaz de não continuar a sonhar e de deixar de se empenhar no que desde cedo a norteou: as suas paixões, que incluem igualmente a humanidade.
bibliografia
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10%SolitudeOn y va05-202611,70€
13,00€ -
10%ArestasOn y va06-202312,00€ 10% CARTÃO
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Benefícios dos animais de cmpanhia para a saúde mental dos idososEdição do Autor05-2016