Madalena de Azeredo Perdigão
Madalena de Azeredo Perdigão nasce na Figueira da Foz em 1923. Licenciada em Matemáticas pela Universidade de Coimbra (1944), conclui o Curso Superior de Piano do Conservatório Nacional de Lisboa (1948) e aperfeiçoa os estudos de piano no Conservatório Superior de Música de Paris (1957).
Em 1958, é convidada para chefiar a Secção de Música da Fundação Gulbenkian e torna-se em 1960 a primeira diretora do recém-criado Serviço de Música. Programa 13 Festivais Gulbenkian de Música (1958-1970). Foi responsável pela criação da Orquestra, do Coro e do Ballet Gulbenkian. Casa-se em 1960 com José de Azeredo Perdigão. Introduz em Portugal novos métodos de pedagogia musical, encomenda obras a compositores e intervém na recuperação do património musical português. Em maio de 1974, demite-se da direção do Serviço de Música, bem como da presidência da Comissão de Reforma do Conservatório Nacional, para a qual fora convidada em 1971.
Presidente da Associação Portuguesa de Educação Musical (a partir de 1977) e do Grupo de Trabalho para a Reestruturação do Ensino Artístico (1978-1984). Regressa à Fundação Calouste Gulbenkian em 1984 como diretora do ACARTE – Serviço de Animação, Criação Artística e Educação pela Arte. Cria o festival Jazz em Agosto, o CAI – Centro Artístico Infantil e os Encontros ACARTE. Morre a 5 de dezembro de 1989.
Em 1958, é convidada para chefiar a Secção de Música da Fundação Gulbenkian e torna-se em 1960 a primeira diretora do recém-criado Serviço de Música. Programa 13 Festivais Gulbenkian de Música (1958-1970). Foi responsável pela criação da Orquestra, do Coro e do Ballet Gulbenkian. Casa-se em 1960 com José de Azeredo Perdigão. Introduz em Portugal novos métodos de pedagogia musical, encomenda obras a compositores e intervém na recuperação do património musical português. Em maio de 1974, demite-se da direção do Serviço de Música, bem como da presidência da Comissão de Reforma do Conservatório Nacional, para a qual fora convidada em 1971.
Presidente da Associação Portuguesa de Educação Musical (a partir de 1977) e do Grupo de Trabalho para a Reestruturação do Ensino Artístico (1978-1984). Regressa à Fundação Calouste Gulbenkian em 1984 como diretora do ACARTE – Serviço de Animação, Criação Artística e Educação pela Arte. Cria o festival Jazz em Agosto, o CAI – Centro Artístico Infantil e os Encontros ACARTE. Morre a 5 de dezembro de 1989.