José da Cunha Oliveira
José da Cunha Oliveira nasceu em 1949, em Atães, Gondomar, e vive na cidade do Porto desde os 16 anos.
Aos 19 anos ingressou na Força Aérea como voluntário, com o objetivo de evitar a sua participação em confrontos armados em caso de mobilização para a guerra do Ultramar. No entanto, devido a uma desobediência de cariz administrativo, foi obrigado a desertar da Base Aérea da Ota, após um ato libertário e de insubordinação que lhe valeu alguns dias de prisão, a expulsão da Força Aérea e a quase certa mobilização, no âmbito do serviço militar obrigatório, para um teatro da guerra colonial. Para fugir a tal inevitabilidade, foi a salto para França, donde viria a regressar mais tarde.
A Revolução de Abril de 1974 marcou a sua vida, a ele, que se considera incapaz de respirar sem liberdade. De religião não precisa, pelo que não segue nenhum credo.
Gosta de ler e escrever, de comunicar e de viajar, de praticar desporto e de criar amizades sinceras para toda a vida. O conceito família é-lhe também muito caro.
Como cidadão empenhado, foi presidente da Assembleia de Freguesia da Sé e deputado na Assembleia Municipal do Porto.
Apresentou trabalhos como autodidata em diversas exposições coletivas de Pintura e Escultura. No jornalismo, escreveu, entre outros, para os jornais O Norte Desportivo, O Primeiro de Janeiro, Gazeta dos Desportos, Jornal de Notícias, revista Bancada (chefe de redação), Jornal Lagoa Transmontana (diretor) e Rádio Placard (Porto).
Aos 19 anos ingressou na Força Aérea como voluntário, com o objetivo de evitar a sua participação em confrontos armados em caso de mobilização para a guerra do Ultramar. No entanto, devido a uma desobediência de cariz administrativo, foi obrigado a desertar da Base Aérea da Ota, após um ato libertário e de insubordinação que lhe valeu alguns dias de prisão, a expulsão da Força Aérea e a quase certa mobilização, no âmbito do serviço militar obrigatório, para um teatro da guerra colonial. Para fugir a tal inevitabilidade, foi a salto para França, donde viria a regressar mais tarde.
A Revolução de Abril de 1974 marcou a sua vida, a ele, que se considera incapaz de respirar sem liberdade. De religião não precisa, pelo que não segue nenhum credo.
Gosta de ler e escrever, de comunicar e de viajar, de praticar desporto e de criar amizades sinceras para toda a vida. O conceito família é-lhe também muito caro.
Como cidadão empenhado, foi presidente da Assembleia de Freguesia da Sé e deputado na Assembleia Municipal do Porto.
Apresentou trabalhos como autodidata em diversas exposições coletivas de Pintura e Escultura. No jornalismo, escreveu, entre outros, para os jornais O Norte Desportivo, O Primeiro de Janeiro, Gazeta dos Desportos, Jornal de Notícias, revista Bancada (chefe de redação), Jornal Lagoa Transmontana (diretor) e Rádio Placard (Porto).
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