Helena Tapadinhas
Nasceu em 1969, em Luanda (Angola). Formou-se em ensino de Biologia e Geologia na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e é mestre em Criatividade pela Universidade de Santiago de Compostela (Espanha).
Concebeu e implementou o Programa Regional de Educação Ambiental pela Arte (PREAA) na Direção Regional de Educação do Algarve, entre 1997 e 2011, com a dinamização de projetos em rede de escolas e de instituições, onde o imaginário e a arte são porta de entrada para o estudo do território. «Operação Lágrimas Negras», «Guardiões da Água do Algarve» e «Contos do Mago – narrativas e percursos geológicos» são exemplos de ciclos temáticos PREAA com forte impacto no exercício da cidadania.
É professora de Biologia e Geologia e embaixadora regional do Programa de Educação Estética e Artística (PEEA) da Direção Geral da Educação (Ministério da Educação).
Foi dirigente associativa na Liga para a Proteção da Natureza (LPN) e na associação cultural Ideias do Levante.
Autora de diversos projetos de teatro, narração oral, música, fotografia e literatura, tem trabalhos publicados nas áreas de educação, ciência, ambiente e arte.
Foi distinguida com o «Prémio Literário Santos Stockler», da Câmara Municipal de Lagoa, em duas ocasiões: na primeira com o conto Alfaiate, publicado em 2019 pela On y va, e depois com o romance Barro Cru, também publicado pelo On y va, desta feita em 2021.
Concebeu e implementou o Programa Regional de Educação Ambiental pela Arte (PREAA) na Direção Regional de Educação do Algarve, entre 1997 e 2011, com a dinamização de projetos em rede de escolas e de instituições, onde o imaginário e a arte são porta de entrada para o estudo do território. «Operação Lágrimas Negras», «Guardiões da Água do Algarve» e «Contos do Mago – narrativas e percursos geológicos» são exemplos de ciclos temáticos PREAA com forte impacto no exercício da cidadania.
É professora de Biologia e Geologia e embaixadora regional do Programa de Educação Estética e Artística (PEEA) da Direção Geral da Educação (Ministério da Educação).
Foi dirigente associativa na Liga para a Proteção da Natureza (LPN) e na associação cultural Ideias do Levante.
Autora de diversos projetos de teatro, narração oral, música, fotografia e literatura, tem trabalhos publicados nas áreas de educação, ciência, ambiente e arte.
Foi distinguida com o «Prémio Literário Santos Stockler», da Câmara Municipal de Lagoa, em duas ocasiões: na primeira com o conto Alfaiate, publicado em 2019 pela On y va, e depois com o romance Barro Cru, também publicado pelo On y va, desta feita em 2021.