Emiliano Monge
Emiliano Monge nasceu na Cidade do México em 1978.
Publicou as novelas Morirse de memoria (2010), El cielo árido (2012, vencedor do XXVIII Prémio Jaén de Novela e do V Prémio Otras Voces, Otros Ámbitos), Las tierras arrasadas (2015, vencedor do Prémio Ibero-americano de Novela Elena Poniatowska e do English PEN Award), No contar todo (2018, Prémio Bellas Artes de Narrativa para Obra Publicada) e Tejer la oscuridad (2020).
Em 2011 foi reconhecido pela Feira Internacional do Livro de Guadalajara como um dos 25 escritores mais importantes da América Latina e em 2017 foi selecionado como um dos 39 melhores escritores latino-americanos com menos de 39 anos pelo Hay Festival de Bogotá.
A sua obra já foi traduzida para vários idiomas. Atualmente é colunista do diário El País.
Publicou as novelas Morirse de memoria (2010), El cielo árido (2012, vencedor do XXVIII Prémio Jaén de Novela e do V Prémio Otras Voces, Otros Ámbitos), Las tierras arrasadas (2015, vencedor do Prémio Ibero-americano de Novela Elena Poniatowska e do English PEN Award), No contar todo (2018, Prémio Bellas Artes de Narrativa para Obra Publicada) e Tejer la oscuridad (2020).
Em 2011 foi reconhecido pela Feira Internacional do Livro de Guadalajara como um dos 25 escritores mais importantes da América Latina e em 2017 foi selecionado como um dos 39 melhores escritores latino-americanos com menos de 39 anos pelo Hay Festival de Bogotá.
A sua obra já foi traduzida para vários idiomas. Atualmente é colunista do diário El País.
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