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Fruitfulness Audiolivro

de Émile Zola
idioma: inglês
Editor: INTERACTIVE MEDIA, outubro de 2024 ‧
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"Fruitfulness" delves into the contrasting themes of desire and duty, the pursuit of social status versus personal fulfillment, and the role of women in a society that seeks to confine them to traditional roles. Zola's masterful storytelling illuminates the complex layers of human nature, exposing the inherent contradictions and desires that drive individuals to make choices that shape their lives and those around them. With richly drawn characters and vivid descriptions of the French countryside, "Fruitfulness" is a thought-provoking and emotionally charged novel that explores the timeless themes of love, ambition, and the struggle for self-discovery in a society defined by its rigid social hierarchy. It is a compelling tale that reminds us of the complexities of human relationships and the consequences of our choices in the pursuit of happiness and fulfillment.

Fruitfulness

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9781802561074
Editor: INTERACTIVE MEDIA
Data de Lançamento: outubro de 2024
Idioma: Inglês
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 16 horas e 22 minutos
Tamanho Ficheiro 500.77 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Inglês > Literatura > Romance
EAN: 9781802561074

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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