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Como Construir Um Disco Voador
Como Construir Um Disco Voador
E outras propostas em engenharia especulativa
 
Edição/reimpressão: 2000
Páginas: 164
Editor: Via Optima
ISBN: 9789729360121
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11,59€
Disponibilidade: Sujeito a confirmação de stock no fornecedor

 

sobre o livro


Sinopse

Como foram realmente construídas as Pirâmides - e Stonehenge? Serão os russos capazes de provocar terramotos nos Estados Unidos? Os alquimistas transmutavam de facto chumbo em ouro? Viajar no tempo será mesmo possível?
Em Como Construir um Disco Voador, o amador vitalício T. B. Pawlicki revela as tecnologias conhecidas e as descobertas esuqecidas que permitiriam que muitas invenções impossíveis fossem realizadas no presente. Inspirado nas tradições do Colégio Invisível, Pawlicki apresenta planos de guindastes capazes de terem transportado as Pedras das Pirâmides até Gizé, expõe métodos para extrair energia do espaço vazio e divulga os princípios para viajar nas correntes do tempo; no mesmo fôlego, demonstra a Teoria da Relatividade com uma pitada de sal e desenvolve um cenário herético sobre a formação do Sistema Solar. Copiosamente ilustrado com diagramas detalhados, este livro constitui um exemplo prático de como os maiores mistérios da vida se encontram ao alcance de todos, qualquer que seja a sua educação formal, equipamento laboratorial ou subsídios de pesquisa.
Como Construir um Disco Voador é um livro obrigatório para físicos de sofá, engenheiros de fim-de-semana, fanáticos de ficção científica - e todos quantos vibram com especulação bem informada.

Excerto

"Se nos dermos ao trabalho de calcular o volume de um megalito a partir das dimensões fornecidas por diversos escritores, multiplicando-o então pelo peso médio da pedra (cuja densidade específica é três vezes superior à da água), descobrimos que a magnitude mais impressionante da indústria de construção civil pré-histórica é a de erros na mais simples aritmética. Mesmo assumindo que o comprimento e a largura dos megalitos não são multiplicados pelo exagero literário, alguns cálculos correctos reduzi-los-ão a proporções humanas.
(...)
As grandes pirâmides da antiguidade são duplicados virtuais da rede moderna de telecomunicações militares, emitindo na banda dos 7,5 Hz a partir do retransmissor principal situado no Planalto de Gizé, com estúdios e escritórios na baixa da maravilhosa Mênfis.
(...)
Para uma civilização galáctica, é tecnologicamente possível implementar os princípios dos harmónicos piramidais, de modo a construir uma rede de comunicações abarcando todo o Sistema Solar, com retransmissores passando os sinais até às estrelas, sem carecer de qualquer energia excepto a ressonância natural do espaço organizado.
(...)
A quantidade de energia necessária para desviar 90 graus o eixo de um corpo giratório é igual ao seu momento giratório. Urano é um dos planetas gigantes; um impacto capaz de fazer tombar de lado um planeta gigante só podia ter sido administrado por um impacto directo com outro planeta gigante, ou por uma quase-colisão com um corpo celeste muitas vezes mais maciço. Sendo porém impossível que exista na mesma região da órbita solar de Urano outro planeta viajando na direcção oposta, o que seria necessário para provocar uma colisão, podemos explicar muito satisfatoriamente a anomalia de Urano propondo que uma estrela alienígena vinda das vastidões interestelares penetrou no Sistema Solar em rota de colisão.
(...)
Cambaleando como se estivesse embriagada, a estrela atinge o planeta seguinte, desfazendo-o em pedaços. A explosão projecta o corpo alienígena para uma órbita solar estável, onde estabelece residência permanente no nosso Sistema Solar como o violento suserano, Júpiter. E esta, Ó Mais Amado, é a razão porque descobrimos que a maior parte do momento angular do Sistema Solar actual está concentrado no sistema joviano: este foi o dote que a estrela negra trouxe consigo das vastidões interestelares para ter direito a sentar-se à mesa do nosso jogo.
(...)
Ora, para compreender a conformação do Sistema Solar, é extremamente difícil evitar a teoria das colisões cósmicas, é necessário provar a Lei de Bode. E para provar a Lei de Bode é preciso compreender a relatividade. Os cientistas profissionais insistem que ninguém é capaz de compreender a relatividade - nem o próprio Einstein conseguiu tal coisa. Pois o impossível não irá durar nem mais um minuto. Deixem-me mostrar-lhes como.
(...)
A hipótese da colonização interplanetária é apoiada pela anatomia comparativa. A adaptação do animal humano às condições terrestre não é famosa. A luz do Sol é intensa demais para os nossos olhos e pele, a nossa espinha dorsal é longa demais, os nossos pés são fracos demais, e o nosso peso é um desastre para a postura. Se a morfologia de todas as criaturas for determinada por uma adaptação evolucionária ao seu meio ambiente, nós encontramo-nos mais bem adaptados para viver confortavelmente em Marte, desde que o clima fosse amenizado.
(...)
Existem razões para suspeitar de que as pessoas que acreditam na existência de ovnis não querem descobrir qual é a sua tecnologia por não ser no interesse do verdadeiro crente acreditar que os discos voadores são acessíveis às possibilidades da engenharia humana. O verdadeiro crente quer acreditar que os ovnis são de origem extraterrestre porque anda a ver se consegue libertar-se das dívidas e dos impostos através de uma aliança com poderes sobrehumanos.
(...)
Para todos os fins práticos, não precisamos de saber o que Einstein e Newton entendiam por gravidade. Gravidade é uma aceleração para baixo, em direcção ao centro da terra. Antigravidade é assim uma aceleração para cima. Em termos de engenharia prática, qualquer modo de conseguir um ganho de altitude constitui um motor antigravitacional. Um avião é um motor antigravitacional, um balão é um motor antigravitacional, uma escada é um motor antigravitacional. Estão a ver como é fácil inventar um motor antigravitacional?
(...)
Se as esferas forem bastante pequenas e numerosas em relação à área que o leitor dispuser para espalhá-las, descobrirá que os agregados de partículas assumirão a configuração da espiral gerada por fi, a razão entre sucessivos números de uma série prolongável pela adição de números consecutivos; é a razão de 1:1, 1618. Desde a distribuição dos átomos até à distribuição de estrelas nas galáxias, todo o crescimento natural segue eventualmente a forma da espiral gerada pela razão de fi. (Por outras palavras, a estrutura espiralada das nuvens de gás no espaço interestelar não se deve necessariamente ao processo de contracção gravitacional e força centrífuga, como os proponentes da Hipótese Nebular gostariam de nos fazer acreditar. A estrutura em espiral é uma consequência inevitável da distribuição aleatória.)
(...)
O leitor acaba de fazer uma descoberta que todos os filósofos da história perseguiram; os sólidos platónicos regulares relacionam-se uns com os outros como notas musicais numa escala hexatónica. Se prolongar os lados de um dodecaedro até eles se encontrarem, obtém a estrutura de um par de tetraedros, cujo tamanho é exactamente o dobro do par de tetraedros com que começou, prosseguindo assim a escala musical na segunda oitava. O leitor descobriu a Música das Esferas.
(...)
A tecnologia que domina uma civilização é determinada pelo conceito de realidade em que os seus líderes sociais acreditam. Os conceitos de realidade são axiomas impossíveis de testar. Não quer isto dizer que as crenças culturais sejam refractárias à prova; as pessoas são incapazes de examinar os seus conceitos culturais porque existe um bloqueio mental nas profundezas da psicologia individual e colectiva, o qual é imposto pelo tabu. O conceito de realidade deve ser mantido inviolado de toda a interrogação. O simples facto de pensar nele começa a dissolver o poder absoluto que detêm sobre nós, conduzindo a uma transformação sucessiva de pessoas até a civilização se desintegrar.
(...)
Observemos atentamente quando mudamos de sintonia. À medida que as vibrações opostas são desviadas da congruência perfeita, os padrões de ondas estacionárias deslocam-se. Quando um padrão de onda estacionária adquire velocidade, o seu comprimento contrai-se ao longo da linha de deslocação. Mesmo em frente aos nossos olhos está a acontecer uma ilustração da Contracção de Fitzgerald descrita na Teoria Especial da Relatividade de Einstein.
(...)
Uma lente permite dobrar o fluxo de radiação de modo a transformar as imagens virtuais em imagens reais, permitindo-nos ver correntes temporais paralelas. Se o leitor pegar na objectiva da sua câmara fotográfica - ou numa simples lupa - para projectar uma imagem num écran pequeno, fará outra descoberta sobre a estrutura do universo que demolirá os seus conceitos de realidade e contribuirá para expeditar a realização tecnológica das viagens no tempo. Podemos agora compreender que, em última análise, o alcançar das viagens programadas no tempo consiste na estimulação tecnológica da mente do viajante.
(...)
As substâncias químicas apresentam os inconvenientes associados a fazerem explodir a mente simultaneamente em todas as direcções. A televisão está limitada à programação comercial das emissoras. Precisamos é de ter um transmissor-receptor portátil de TV em cada garagem, capaz de ser focado em qualquer localização do campo quântico".



"Se nos dermos ao trabalho de calcular o volume de um megalito a partir das dimensões fornecidas por diversos escritores, multiplicando-o então pelo peso médio da pedra (cuja densidade específica é três vezes superior à da água), descobrimos que a magnitude mais impressionante da indústria de construção civil pré-histórica é a de erros na mais simples aritmética. Mesmo assumindo que o comprimento e a largura dos megalitos não são multiplicados pelo exagero literário, alguns cálculos correctos reduzi-los-ão a proporções humanas.
(...)
As grandes pirâmides da antiguidade são duplicados virtuais da rede moderna de telecomunicações militares, emitindo na banda dos 7,5 Hz a partir do retransmissor principal situado no Planalto de Gizé, com estúdios e escritórios na baixa da maravilhosa Mênfis.
(...)
Para uma civilização galáctica, é tecnologicamente possível implementar os princípios dos harmónicos piramidais, de modo a construir uma rede de comunicações abarcando todo o Sistema Solar, com retransmissores passando os sinais até às estrelas, sem carecer de qualquer energia excepto a ressonância natural do espaço organizado.
(...)
A quantidade de energia necessária para desviar 90 graus o eixo de um corpo giratório é igual ao seu momento giratório. Urano é um dos planetas gigantes; um impacto capaz de fazer tombar de lado um planeta gigante só podia ter sido administrado por um impacto directo com outro planeta gigante, ou por uma quase-colisão com um corpo celeste muitas vezes mais maciço. Sendo porém impossível que exista na mesma região da órbita solar de Urano outro planeta viajando na direcção oposta, o que seria necessário para provocar uma colisão, podemos explicar muito satisfatoriamente a anomalia de Urano propondo que uma estrela alienígena vinda das vastidões interestelares penetrou no Sistema Solar em rota de colisão.
(...)
Cambaleando como se estivesse embriagada, a estrela atinge o planeta seguinte, desfazendo-o em pedaços. A explosão projecta o corpo alienígena para uma órbita solar estável, onde estabelece residência permanente no nosso Sistema Solar como o violento suserano, Júpiter. E esta, Ó Mais Amado, é a razão porque descobrimos que a maior parte do momento angular do Sistema Solar actual está concentrado no sistema joviano: este foi o dote que a estrela negra trouxe consigo das vastidões interestelares para ter direito a sentar-se à mesa do nosso jogo.
(...)
Ora, para compreender a conformação do Sistema Solar, é extremamente difícil evitar a teoria das colisões cósmicas, é necessário provar a Lei de Bode. E para provar a Lei de Bode é preciso compreender a relatividade. Os cientistas profissionais insistem que ninguém é capaz de compreender a relatividade - nem o próprio Einstein conseguiu tal coisa. Pois o impossível não irá durar nem mais um minuto. Deixem-me mostrar-lhes como.
(...)
A hipótese da colonização interplanetária é apoiada pela anatomia comparativa. A adaptação do animal humano às condições terrestre não é famosa. A luz do Sol é intensa demais para os nossos olhos e pele, a nossa espinha dorsal é longa demais, os nossos pés são fracos demais, e o nosso peso é um desastre para a postura. Se a morfologia de todas as criaturas for determinada por uma adaptação evolucionária ao seu meio ambiente, nós encontramo-nos mais bem adaptados para viver confortavelmente em Marte, desde que o clima fosse amenizado.
(...)
Existem razões para suspeitar de que as pessoas que acreditam na existência de ovnis não querem descobrir qual é a sua tecnologia por não ser no interesse do verdadeiro crente acreditar que os discos voadores são acessíveis às possibilidades da engenharia humana. O verdadeiro crente quer acreditar que os ovnis são de origem extraterrestre porque anda a ver se consegue libertar-se das dívidas e dos impostos através de uma aliança com poderes sobrehumanos.
(...)
Para todos os fins práticos, não precisamos de saber o que Einstein e Newton entendiam por gravidade. Gravidade é uma aceleração para baixo, em direcção ao centro da terra. Antigravidade é assim uma aceleração para cima. Em termos de engenharia prática, qualquer modo de conseguir um ganho de altitude constitui um motor antigravitacional. Um avião é um motor antigravitacional, um balão é um motor antigravitacional, uma escada é um motor antigravitacional. Estão a ver como é fácil inventar um motor antigravitacional?
(...)
Se as esferas forem bastante pequenas e numerosas em relação à área que o leitor dispuser para espalhá-las, descobrirá que os agregados de partículas assumirão a configuração da espiral gerada por fi, a razão entre sucessivos números de uma série prolongável pela adição de números consecutivos; é a razão de 1:1, 1618. Desde a distribuição dos átomos até à distribuição de estrelas nas galáxias, todo o crescimento natural segue eventualmente a forma da espiral gerada pela razão de fi. (Por outras palavras, a estrutura espiralada das nuvens de gás no espaço interestelar não se deve necessariamente ao processo de contracção gravitacional e força centrífuga, como os proponentes da Hipótese Nebular gostariam de nos fazer acreditar. A estrutura em espiral é uma consequência inevitável da distribuição aleatória.)
(...)
O leitor acaba de fazer uma descoberta que todos os filósofos da história perseguiram; os sólidos platónicos regulares relacionam-se uns com os outros como notas musicais numa escala hexatónica. Se prolongar os lados de um dodecaedro até eles se encontrarem, obtém a estrutura de um par de tetraedros, cujo tamanho é exactamente o dobro do par de tetraedros com que começou, prosseguindo assim a escala musical na segunda oitava. O leitor descobriu a Música das Esferas.
(...)
A tecnologia que domina uma civilização é determinada pelo conceito de realidade em que os seus líderes sociais acreditam. Os conceitos de realidade são axiomas impossíveis de testar. Não quer isto dizer que as crenças culturais sejam refractárias à prova; as pessoas são incapazes de examinar os seus conceitos culturais porque existe um bloqueio mental nas profundezas da psicologia individual e colectiva, o qual é imposto pelo tabu. O conceito de realidade deve ser mantido inviolado de toda a interrogação. O simples facto de pensar nele começa a dissolver o poder absoluto que detêm sobre nós, conduzindo a uma transformação sucessiva de pessoas até a civilização se desintegrar.
(...)
Observemos atentamente quando mudamos de sintonia. À medida que as vibrações opostas são desviadas da congruência perfeita, os padrões de ondas estacionárias deslocam-se. Quando um padrão de onda estacionária adquire velocidade, o seu comprimento contrai-se ao longo da linha de deslocação. Mesmo em frente aos nossos olhos está a acontecer uma ilustração da Contracção de Fitzgerald descrita na Teoria Especial da Relatividade de Einstein.
(...)
Uma lente permite dobrar o fluxo de radiação de modo a transformar as imagens virtuais em imagens reais, permitindo-nos ver correntes temporais paralelas. Se o leitor pegar na objectiva da sua câmara fotográfica - ou numa simples lupa - para projectar uma imagem num écran pequeno, fará outra descoberta sobre a estrutura do universo que demolirá os seus conceitos de realidade e contribuirá para expeditar a realização tecnológica das viagens no tempo. Podemos agora compreender que, em última análise, o alcançar das viagens programadas no tempo consiste na estimulação tecnológica da mente do viajante.
(...)
As substâncias químicas apresentam os inconvenientes associados a fazerem explodir a mente simultaneamente em todas as direcções. A televisão está limitada à programação comercial das emissoras. Precisamos é de ter um transmissor-receptor portátil de TV em cada garagem, capaz de ser focado em qualquer localização do campo quântico".



Críticas de imprensa

"Predisposição e imaginação. Para T. B. Pawlicki, filósofo especulador norte-americano, a realidade é mais simples do que nos temos feito acreditar. Em Como Construir um Disco Voador, com a edição portuguesa a cargo da Via Óptima (já na segunda edição), o autor diverte-se, e diverte-nos, com soluções alternativas para problemas aparentemente insolúveis, sem por isso deixarem de ser menos sérias ou válidas do que a verdade oficial da ciência sindicalizada. Elas estão ali, bem ao alcance de todos. Não há mistérios; a verdade está lá fora, e pendurada com fita cola às nossas próprias costas. Entre as propostas avançadas, encontramos ideias variadas, como sejam algumas soluções para a construção de Stonehenge e criação de uma rede mundial de comunicações utilizando a tecnologia da idade do bronze; transmutação de elementos (i.e., a busca da pedra filosofal); viagens no tempo; extracção de energia pura do espaço ou, evidentemente, instruções para a construção de um disco voador (depois de tantos amadores terem fracassado). Eu experimentei... e deu resultado!"
A. M., Mondo Bizarre nº 2, Fevereiro 2000



Como Construir Um Disco Voador de T. B. Pawlicki

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Bibliografia


2000  Via Optima

Artífice, desenhador gráfico reformado e inventor nato, T. B. Pawlicki publicou artigos em revistas e jornais de todo o mundo. Vivendo reclusivamente em Victoria, no estado canadiano da Colúmbia Britânica, Pawlicki é autor ainda de How You Can Explore Higher Dimensions of Space and Time

(...)
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detalhes do produto


Como Construir Um Disco Voador de T. B. Pawlicki

Ano de edição ou reimpressão: 2000

Editor: Via Optima



Dimensões: 138 x 210 x 14 mm

Encadernação: Capa mole

Páginas: 164




Tipo de Produto: Livro


Classificação Temática:

Livros em Português
Engenharia > Engenharia Geral


 

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