Bibliografia
em Português
2005  Edições Asa
2003  Mancha Negra
em Francês
2010  DRUGSTORE
2010  DRUGSTORE
2009  DRUGSTORE
2009  DRUGSTORE
2009  DRUGSTORE
2009  DELCOURT
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2008  DELCOURT
2005  VENTS D'OUEST
2005  VENTS D'OUEST
2005  VENTS D'OUEST
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2004  VENTS D'OUEST
2004  VENTS D'OUEST
2004  VENTS D'OUEST
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2003  VENTS D'OUEST
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2001  SEFAM
2000  GLENAT
2000  DRUGSTORE
2011  VENTS D'OUEST
2011  GLENAT
2011  DELCOURT
2009  DELCOURT
2009  GALLIMARD BD
2007  VENTS D'OUEST
2007  DRUGSTORE
2006  VENTS D'OUEST
2006  VENTS D'OUEST
1999  GLENAT
1999  SEFAM
1998  SEFAM
em Inglês
2009  IDEA & DESIGN WORKS
2008  IDEA & DESIGN WORKS
2011  DYNAMIC FORCES INC
2010  DARK HORSE COMICS,U.S.
2009  IDEA & DESIGN WORKS
2008  IDEA & DESIGN WORKS
2008  NBM PUBLISHING COMPANY
2007  NBM PUBLISHING COMPANY
2007  IDEA & DESIGN WORKS
2006  IDEA & DESIGN WORKS
2001  DARK HORSE COMICS,U.S.
Carlos Trillo
Carlos Trillo nasceu na Argentina em 1943. Escreveu o seu primeiro argumento aos vinte anos para a revista Patoruzu. Em 1963 teve a sua primeira experiência profissional, aceitando vários trabalhos na área editorial. Dez anos mais tarde, tornou-se director de arte de uma revista satírica, Satiricon. Contudo, em 1976, esta revista foi proibida pela ditadura militar. Em 1975 escreveu Un Certain Danari para Alberto Breccia, seguiu-se Chavez le Fou para Horacio Altuna. Depois expandiu as suas actividades na banda desenhada e começou a escrever para várias revistas (El Pendulo, Humor, Superhumor). Continuou a colaborar com Altuna em várias histórias, como Charlie Moon, Merdichevski, Les Petites Portes de M. Lopez e Slot Machine. Fez, também, equipa com artistas como Domingo Mandrafina em histórias como Histoire Sans Paroles e El Husmeante. Nos anos oitenta escreveu para Jordi Bernet (Carnage Plus, Light and Bold), Eduardo Risso (Fulù, Simon, JC Benedict), Madrafina (Peter Kampf, Cosecha Verde) e Juan Giménez (Gangrène). Em 1992, criou Cybersix com Carlos Meglia, uma série acerca de criaturas geneticamente manipuladas, e Spaghetti Brothers, com Mandrafina. Escreveu, ainda, Chicanos para Risso, uma série passada num gueto espanhol numa metrópole americana. Depois de conhecer um agente da CIA, Trillo inspirou-se para a criação Mon Nom N'est Pas Wilson, que foi ilustrada por Walter Fahrer e publicada pela Casterman em 2000. Carlos Trillo é um mestre no realismo e na crítica social, que o tornou num dos melhores escritores argentinos de banda desenhada.











