Bibliografia
em Português
2007  Biblioteca Editores Independentes / Cotovia
2010  K4
2011  Quidnovi
2005  Cotovia
2010  Dom Quixote
2009  Dom Quixote
2008  Relógio D` Água
2008  Relógio D` Água
2008  Biblioteca Editores Independentes / Cotovia
2005  Cotovia
2003  Martin Claret
2003  Cotovia
1984  Lello Editores
2008  Editalma
2008  Editalma
2008  Editalma
2003  Dom Quixote
1998  Europa-América
1987  Dinalivro
1974  Europa-América
1985  Lello Editores
1984  Lello Editores
2010  Chandeigne
2008  Evoramons Editores,Lda.
1995  Colares Editora
em Português do Brasil
2005  Diversos
2005  Diversos
2008  Nova Fronteira
2006  Ática
2006  Diversos
2005  Diversos
2005  Diversos
2005  Diversos
2005  Diversos
2005  Diversos
2005  Diversos
2005  Diversos
2005  Diversos
2004  Moderna
2002  Editora Nova Fronteira
2002  Record
2000  Paz e Terra
1977  Diversos
2008  Ática
2005  Diversos
2004  Moderna
2003  Martins Fontes
1995  Moderna
em Inglês
2009  FARRAR, STRAUS & GIROUX INC
2009  BLOOMSBURY PUBLISHING PLC
1999  OXFORD UNIVERSITY PRESS INC
1998  OXFORD UNIVERSITY PRESS INC
1997  BLOOMSBURY PUBLISHING PLC
2008  BLOOMSBURY PUBLISHING PLC
1999  OXFORD UNIVERSITY PRESS INC
1963  BRANDEN PUBLISHING CO ,U.S.
1900  UNKNOWN
2010  Nabu Press
2004  PETER OWEN LTD
1990  PETER OWEN LTD
1976  PETER OWEN LTD
em Francês
1998  OMBRES
2004  Chandeigne
1998  METAILIE
1995  METAILIE
1991  METAILIE
1991  METAILIE
1991  METAILIE
1991  METAILIE
Machado de Assis
Escritor brasileiro, José Maria Machado de Assis nasceu em 1839, no Rio de Janeiro, e morreu em 1908, de pai mulato carioca e mãe açoriana. Autodidacta e ambicioso, tornou-se um clássico da língua portuguesa. Os primeiros poemas foram publicados na imprensa, seguindo-se-lhes crónicas, contos, romances e ensaios críticos. O seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, foi publicado em 1864 e o seu primeiro romance, Ressurreição, em 1872. Iniciando a sua actividade literária em pleno Romantismo, tornou-se o autor mais importante da nova estética do Realismo e foi ainda contemporâneo do Parnasianismo e do Simbolismo. Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) corresponde à fase do Realismo psicológico, em que o autor vai mostrar a ambiguidade fundamental do ser humano, a incapacidade humana de conhecimento do real, substituindo-o, assim, por uma mistificação. Esta demonstração é muito mais subtil do que a análise dos meros mecanismos hereditários e sociais próprios do Naturalismo. Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899), Esaú e Jacob (1904) e Memorial de Aires (1908), são as obras-primas deste período. Por elas perpassa uma trágica ironia a par com uma visão sem ilusões da sociedade urbana carioca.













