Bibliografia
em Português
2004  Figueirinhas
2003  Figueirinhas
1997  Editorial Caminho
2010  Figueirinhas
2001  Editorial Caminho
2003  Figueirinhas
2000  Editorial Caminho
2006  Figueirinhas
2010  Editorial Caminho
2010  Figueirinhas
2006  Editorial Caminho
2003  Editorial Caminho
2004  Editorial Caminho
2004  Editorial Caminho
2004  Figueirinhas
2003  Editorial Caminho
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1999  Editorial Caminho
1996  Editorial Caminho
2005  Editorial Caminho
2004  Editorial Caminho
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2003  Editorial Caminho
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2006  Figueirinhas
2004  Figueirinhas
2010  Editora Guerra & Paz
2006  Editora Guerra & Paz
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2002  Texto Editores
1996  Edições Salamandra
2003  Figueirinhas
1999  Editorial Caminho
1998  Editorial Caminho
1997  Editorial Caminho
1996  Editorial Caminho
2004  Figueirinhas
2008  Figueirinhas
1995  Texto Editores
1992  Texto Editores
em Inglês
2006  ORCHID PRESS
1997  CARCANET PRESS LTD
em Espanhol
2010  TALIS COMUNICACION INTERNACIONAL
2005  TALIS COMUNICACION INTERNACIONAL
Sophia de Mello Breyner Andresen
Sophia de Mello Breyner nasce a 6 de novembro 1919 no Porto, onde passa a infância. Entre 1936 e 1939 estuda Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publica os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Casada com Francisco Sousa Tavares, passa a viver em Lisboa. Tem cinco filhos. Participa ativamente na oposição ao Estado Novo e é eleita, depois do 25 de abril, deputada à Assembleia Constituinte.
Autora de catorze livros de poesia, publicados entre 1944 e 1997, escreve também contos, histórias para crianças, artigos, ensaios e teatro. Traduz Eurípedes, Shakespeare, Claudel, Dante e, para o francês, alguns poetas portugueses.
Recebeu entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana. Foi a primeira vez que um português venceu este prestigiado galardão, que, para além do valor pecuniário de 42 070 euros, significa ainda a edição de uma antologia bilingue (português-castelhano), o que levará a autora a um vastíssimo público que cobre os países latino-americanos.
Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objetos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias. A sua obra, várias vezes premiada está traduzida em várias línguas.
Sophia de Mello Breyner Andresen faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa.











