Bibliografia
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2006  Raiz Editora / Lisboa Editora
2011  Porto Editora
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2010  Porto Editora
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2001  Livros do Brasil
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2009  Biblioteca Editores Independentes / Assírio Alvim
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2009  Verbo
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2010  Verbo
2009  11 X 17
2004  Editorial Presença
2003  Editorial Presença
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2010  Biblioteca Editores Independentes / Relógio D’Água
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2009  INCM - Imprensa Nacional Casa da Moeda
2009  Leya
2009  Biblioteca Editores Independentes / Assírio Alvim
2009  INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
2008  INCM - Imprensa Nacional Casa da Moeda
2008  Esfera do Caos
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2006  Fronteira do Caos
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2005  Parceria
2002  Martin Claret
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2000  Livros Horizonte
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1999  INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
1994  INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
1993  INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
1992  INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
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2011  Livros do Brasil
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2008  11 X 17
2008  Lello Editores
2006  Verbo
2003  Arte Plural Edições
2002  Livros do Brasil
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2001  Temas e Debates
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2000  Livros do Brasil
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2000  Livros do Brasil
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1981  Lello Editores
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2007  Ática
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Eça de Queirós
José Maria Eça de Queirós nasceu a 25 de novembro de 1845 numa casa da Praça do Almada na Póvoa de Varzim, no centro administrativo da cidade; foi batizado na Igreja Matriz de Vila do Conde . Filho de José Maria Teixeira de Queirós e Carolina Augusta Pereira d'Eça, Com 16 anos foi para Coimbra estudar Direito, tendo aí sido amigo de Antero de Quental. Seus primeiros trabalhos, publicados como um folhetão na revista "Gazeta de Portugal", apareceram como coleção, publicada depois da sua morte sob o título Prosas Bárbaras. Em 1869 e 1870, Eça de Queirós viajou ao Egito e visitou o canal do Suez que estava sendo construído, o que inspirou diversos de seus trabalhos, o mais notável dos quais o Mistério da Estrada de Sintra, de 1870, e A Relíquia, apenas publicado em 1887. Em 1871 foi um dos participantes das chamadas Conferências do Casino. Quando foi despachado mais tarde para Leiria para trabalhar como um administrador municipal, escreveu sua primeira novela realista da vida portuguesa, O Crime do Padre Amaro, que apareceu em 1875. Aparentemente, Eça de Queirós passou os anos mais produtivos de sua vida em Inglaterra, como cônsul de Portugal em Newcastle e em Bristol. Escreveu então alguns dos seus trabalhos mais importantes, A Capital, escrito numa prosa hábil, plena de realismo. Suas obras mais conhecidas, Os Maias e O Mandarim, foram escritas em Bristol e Paris respetivamente. Seu último livro foi A Ilustre Casa de Ramires, sobre um fidalgo do séc XIX com problemas para se reconciliar com a grandeza de sua linhagem. É um romance imaginativo, entremeado com capítulos de uma aventura de vingança bárbara ambientada no século XII, escrita por Gonçalo Mendes Ramires, o protagonista. Trata-se de uma novela chamada A Torre de D. Ramires, em que antepassados de Gonçalo são retratados como torres de honra sanguínea, que contrastam com a lassidão moral e intelectual do rapaz. Morreu em 1900 em Paris. Seus trabalhos foram traduzidos em aproximadamente 20 línguas. Foi também o autor da Correspondência de Fradique Mendes e A Capital, obra cuja elaboração foi concluída pelo filho e publicada, postumamente, em 1925. Fradique Mendes, aventureiro fictício imaginado por Eça e Ramalho Ortigão, aparece também no Mistério da Estrada de Sintra.










