Bibliografia
em Português
2008  Saída de Emergência
2007  Edições Chá das Cinco
2010  Edições Chá das Cinco
2010  11 X 17
2010  11 X 17
2007  Edições Chá das Cinco
2011  Edições Chá das Cinco
2011  Edições Chá das Cinco
2010  Edições Chá das Cinco
2005  Saída de Emergência
em Inglês
2012  Pan MacMillan
2007  Pan MacMillan
2004  Pan MacMillan
1998  Pan MacMillan
1993  Pan MacMillan
1988  Pan MacMillan
2011  MACMILLAN HARDBACK OMES
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1999  ALBIN MICHEL
1999  ALBIN MICHEL
1999  ALBIN MICHEL
em Espanhol
2009  ROCABOLSILLO
2008  ROCA EDITORIAL
2000  B
2011  B DE BOLSILLO
2011  B DE BOLSILLO
2006  B
2005  B
2005  B
2000  B
2000  B
1999  B
1998  B
Margaret George
Margaret nasceu em Nashville, Tennessee, mas viveu em muitos sítios, começando as suas viagens aos quatro anos de idade, quando o pai se juntou aos serviços diplomáticos dos EUA e foi nomeado para um consulado em Taiwan. A sua família viajou num navio de carga chamado Telemachus (Telémaco), tal como o filho de Ulisses, que levou trinta dias para chegar a Taiwan, onde permaneceram dois anos. E depois viveram em Telavive (logo após a guerra de 1948, quando já estava relativamente calmo), Bona e Berlim (durante os dias de espionagem e Guerra Fria), antes de regressaram a Washington DC, na altura da mania do Elvis, onde Margaret frequentou a escola secundária. O primeiro texto publicado de Margaret, aos treze anos, foi uma carta à revista TIME, defendendo o Elvis dos seus detractores.
Mas foi em Israel que Margaret, uma ávida leitora, começou a escrever romances para se entreter quando ficou sem livros para ler. Curiosamente, o assunto de que tratavam não era sobre o que a rodeava no Médio Oriente, mas sobre o Oeste Americano, onde nunca tinha posto os pés. (Agora que vive no meio do Oeste Americano, escreve sobre o Médio Oriente!). Seguindo a observação de Emily Dickinson, "Não há nenhuma fragata como um livro", usou-a para ir até aos lugares mais longínquos. Agora adicionou uma outra dimensão a essa viagem, ao especializar-se em visitar tempos muito remotos.
Foi também em Israel que Margaret começou a criar cágados, uma paixão que ainda hoje mantém. Tinha uma grande afinidade pela natureza e isso levou-a a tirar os cursos de literatura inglesa e biologia, na Universidade de Tufts. Hoje tem uma participação activa em grupos de defesa ambiental e animal. Ter combinado os seus interesses levou-a à posição de escritora de ciências, no Instituto Nacional do Cancro em Bethesda durante quatro anos. O seu casamento significou mudar-se primeiro para St. Louis e, depois, para Upsala, na Suécia, e a seguir para o Wisconsin, onde ela e o seu marido viveram durante mais de vinte anos. Têm uma filha já adulta a viver na Califórnia e que pertence a um departamento de investigação de uma Universidade.
Entretanto Margaret continuou a escrever. Foi em St. Louis que teve a ideia de escrever uma "biografia psicótica" de Henrique VIII. Nunca vira nada assim, mas convenceu-se de que o rei fora vítima de más relações públicas e que devia salvar o seu bom nome. Os seus antecedentes em ciência significavam que apenas após ter investigado minuciosamente a bibliografia e os estudos sobre Henrique VIII é que embarcaria no romance propriamente dito. Procurou um historiador dos Tudor, na Universidade de Washington, para que ele lhe orientasse bibliografia, e começou daí. Passaram catorze anos desde a sua ideia inicial e a publicação da Autobiografia de Henrique VIII. O livro teve impacto por várias razões: primeiro, porque ninguém tinha antes escrito um romance sensível ao rei; segundo, porque abrangia toda a sua vida, desde antes do seu nascimento até depois da sua morte, fazendo-o ter quase mil páginas; e terceiro, por ser tão cheio de factos. Seguindo-se a Henrique VIII (1986), escreveu Maria, Rainha da Escócia e das Ilhas (1992) e As Memórias de Cleópatra (1997). E agora foi publicado A Paixão de Maria Madalena. As Memórias de Cleópatra foram transformadas numa minisérie pela ABC em 1999, com Timothy Dalton e Billy Zane.










