Condições do Vale de Compras La Redoute

Desconto de 10€ numa encomenda igual ou superior a 15€

Oferta válida em http://www.laredoute.pt até 30/09/2011. Os artigos shopping preço, preço vermelho, brinquedos e artigos Exclusivo não beneficiam do desconto. Ao indicar o código da oferta beneficia exclusivamente da promoção descrita deixando de beneficiar dos artigos com descontos do site.

Se comprar mais de 1 artigo, a La Redoute, ainda tem uma oferta adicional: Uma mochila à escolha Toy’s Story 3 ou Hello Kity. Caso o presente esgote, a La Redoute reserva o direito de o substituir por outro de valor igual ou superior.
 
fechar
Livros Universitários com Portes Grátis!

Portes grátis para Portugal continental e 40% de desconto nos envios para as regiões autónomas dos Açores e Madeira em CTT Expresso Clássico, encomendas até 10 kg com, pelo menos, um livro da secção Livros Universitários.
Pesquisar
newsletters
Livros
Filmes
Software


Índice:   A  B  C  D  E  F  G  H  I  J  K  L  M  N  O  P  Q  R  S  T  U  V  W  X  Y  Z  
 

Bibliografia


em Português

2009  Verbo

2002  Edições Asa

2007  INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda

2004  INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda

1992  Livraria Civilização Editora

1986  Livraria Civilização Editora

1983  Livraria Civilização Editora

1979  Livraria Civilização Editora

1984  Livros Horizonte

em Inglês

2010  Nabu Press

1900  UNKNOWN

2010  Nabu Press

Fernão Lopes

São escassos os dados biográficos conhecidos sobre Fernão Lopes. Os testemunhos documentais de que dispomos informam, sobretudo, sobre os cargos que ocupou ao serviço dos primeiros reis da dinastia de Avis. Por certidões de 1418, sabe-se que exercia as funções de "guardador das escrituras do Tombo" e "escrivão dos livros" de D. João I e D. Duarte. Foi "escrivão da puridade" do infante D. Fernando, a partir de 1422, e, em 1437, lavrou o testamento do infante martirizado em Tânger, já como "tabelião geral" do reino. Em 1457, D. Afonso V substituiu-o nas suas funções por Gomes Eanes de Zurara, sendo de 1459 a última notícia relativa à sua vida. Enquanto cronista oficial sob as cortes de D. João I, D. Duarte e regência de D. Pedro, redigiu as crónicas de D. Pedro, D. Fernando e D. João I. As suas funções simultâneas como guardador das escrituras e cronista-mor do reino acabam por favorecer o seu legado como historiador, visto que a composição das crónicas dependeu do conhecimento e selecção do material a que tinha acesso. Data de 1434, segundo Damião de Góis, a sua investidura por D. Duarte do cargo de cronista do reino, ao ser-lhe confiada a missão de colocar em crónica "as estórias dos reis que antigamente em Portugal foram", bem como os "grandes feitos e altos do mui virtuoso" rei D. João I, seu pai. Desta crónica geral, além do testemunho do seu sucessor, não havia nenhum vestígio até serem encontrados os manuscritos da Crónica de Portugal de 1419, que têm sido considerados de sua autoria. Com efeito, as alusões de Fernão Lopes, nas suas crónicas, a textos anteriores sobre os primeiros reis, assim como o conteúdo e circunstâncias de composição destes manuscritos, parecem corresponder a esse projecto historiográfico mais amplo de que fora incumbido o cronista. Mas é acima de tudo pelas crónicas de D. Pedro, de D. Fernando e de D. João I (que chegaram até nós por apógrafos do século XVI) que o talento e excepcionalidade como historiador e como escritor, relativamente aos cronistas medievais, se afirmou. Não se trata para o cronista de refundir textos historiográficos anteriores, mas de elaborar em novos moldes a narração do devir histórico, individualizando os protagonistas na sua compleição psicológica denunciada em acto, encenando os episódios históricos no mesmo momento da sua ocorrência, emprestando tanto quanto possível verosimilhança ao encadeamento dos factos. É no prólogo da Crónica de D. João I que o cronista expõe o seu objectivo e método de historiar inovador. O seu desejo é "em esta obra escrever verdade sem outra mistura", para o que faz concorrer toda a gama de documentos possível, desde narrativas a documentos oficiais, confrontando-os entre si para assegurar a veracidade dos registos existentes: "Oh com quanto cuidado e diligência vimos grandes volumes de livros, de desvairadas linguagens e terras, e isso mesmo púbricas escrituras de muitos cartários e outros lugares (...). Nem entendais que certificamos cousa, salvo de muitos aprovada, e per escrituras vestidas de fé [...]".

Fernão Lopes. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2008.



 
 
|   Programa de Afiliados   |   Condições gerais de venda   |   Compras 100% seguras   |   Política de Privacidade   |   Ajuda   |
©1999/2011 Grupo Porto Editora. Todos os direitos reservados, Porto, Portugal