Bibliografia
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2011  LATTES
2010  GALLIMARD
2002  GALLIMARD
2002  CALMANN-LEVY
2001  ACTES SUD
2000  GALLIMARD
2000  MILLE ET UNE NUITS
2000  ACTES SUD
1999  ACTES SUD
1998  ACTES SUD
2000  CERCLE D'ART
1999  ACTES SUD
1998  ACTES SUD
1997  ACTES SUD
2003  RAMSAY
em Espanhol
2010  PLANETA
2010  PLANETA
2009  LA OTRA ORILLA
2009  DIFACIL
2009  DEBOLSILLO
2008  Booket
2008  PLANETA
2008  Booket
2007  PLAZA & JANES
2006  PLANETA
2004  PLANETA
2003  PLANETA
2003  PLANETA
2001  PLANETA
2011  Booket
2008  GEDISA
2005  CIRCULO DE LECTORES, S.A.
2003  EVEREST
2001  SEIX BARRAL
1999  PLANETA
1999  EVEREST
1998  PLANETA
1996  BITZOC
em Português
2007  Dom Quixote
2003  Dom Quixote
2001  Dom Quixote
2000  Editorial Teorema
2002  Gótica
2009  GALLIMARD
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2008  GALLIMARD
2007  GALLIMARD
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2005  GALLIMARD
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2004  GALLIMARD
2003  ACTES SUD
2003  Dom Quixote
2002  GALLIMARD
2001  MERCURE DE FRANCE
1997  Editorial Teorema
em Inglês
2000  ALLISON & BUSBY
Zoé Valdés
Escritora cubana, Zoe Valdez nasceu em 1959, em Havana. Estudou no Instituto Pedagógico Superior de Havana, até ser expulsa no quarto ano. Daí passou para a Universidade de Havana para tirar o curso de Filologia mas só frequentou as aulas até ao segundo ano, altura em que decidiu abandonar a vida estudantil.
Entretanto, Zoe Valdez, que já escrevia poesia desde os 17 anos, recebeu aos 23, no México, o Primeiro Prémio de Poesia Roque Dalton y Jaime Suárez Quemain, graças ao livro Respuestas para vivir.
Por essa altura saiu de Cuba e mudou-se para França, onde aperfeiçoou a língua na Aliança Francesa. Começou a trabalhar na delegação cubana na UNESCO, onde foi assessora cultural entre 1984 e 1988, tendo também trabalhado no gabinete cultural da Embaixada de Cuba em Paris. Esta experiência acabou por a influenciar a nível político e a escritora transformou-se numa crítica do sistema político cubano.
Paralelamente, foi desenvolvendo a sua actividade de escritora e em 1985 voltou a ser galardoada, desta vez com o Prémio Carlos Ortiz de Poesia, graças à obra Todo para una Sombra.
Já no final da década de 80 regressou a Havana, onde esteve desempregada durante algum tempo, até que foi trabalhar para o Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográficas. Aqui foi argumentista de cinema e subdirectora da Revista de Cinema Cubano. Desempenhou estas funções até 1994.
No ano seguinte ganhou o Prémio de Conto Juan March Cencillo com La Hija del Embajador. Em 1996 venceu o Prémio Finalista Planeta com a obra Te de la Vida Entera, já editado em Portugal com o título Dei-te a minha Vida, e três anos mais tarde foi distinguida pela República Francesa com a Ordem de Cavaleira das Artes e das Letras.
Zoe Valdez saiu de novo de Cuba, desta vez na condição de exilada política, e foi viver outra vez para Paris, onde prosseguiu a sua carreira literária, tendo produzido obras como Milagre em Miami, já publicadas em Portugal e em diversos países do mundo. Zoe Valdez foi considerada a percursora do sucesso que os escritores cubanos gozam actualmente em todo o mundo.
Paralelamente participa em conferências sobre literatura, mas onde as suas opções políticas, contrárias ao regime de Fidel Castro, são sempre um dos pontos fortes das suas intervenções.









