Bibliografia
em Português
2003  Difel
1990  Livros do Brasil
2010  Vega
2005  Oficina do Livro
2004  Editorial Notícias
1990  Editorial Presença
2002  Editorial Notícias
2008  CHRISTIAN BOURGOIS
2008  GALLIMARD
2008  CHRISTIAN BOURGOIS
2007  CHRISTIAN BOURGOIS
2007  GALLIMARD
2007  CHRISTIAN BOURGOIS
2007  CHRISTIAN BOURGOIS
em Francês
2011  CHRISTIAN BOURGOIS
2011  TRISTRAM
2007  CHRISTIAN BOURGOIS
2002  GALLIMARD
2010  CHRISTIAN BOURGOIS
2010  CHRISTIAN BOURGOIS
2007  CHRISTIAN BOURGOIS
2003  10/18
1998  CHRISTIAN BOURGOIS
em Inglês
2010  HarperCollins Publishers
2010  HarperCollins Publishers
2010  HarperCollins Publishers
2010  HarperCollins Publishers
2010  HarperCollins Publishers
2002  Profile Books Ltd
2004  LAST GASP,U.S.
1994  GROVE PRESS / ATLANTIC MONTHLY PRESS
1987  Pan MacMillan
2011  FANTAGRAPHICS
1994  GROVE PRESS / ATLANTIC MONTHLY PRESS
1994  GROVE PRESS / ATLANTIC MONTHLY PRESS
1900  UNKNOWN
1900  UNKNOWN
em Espanhol
2007  ANAGRAMA
2012  ESCALERA
2004  MINOTAURO
2003  EL ALEPH
1999  ANAGRAMA
1986  JUCAR
1978  JUCAR
1977  JUCAR
1977  JUCAR
1977  MINOTAURO
1977  JUCAR
William Burroughs
William Burroughs nasceu em St. Louis, Missuri, em 1914, tendo-se licenciado em Literatura na Universidade de Harvard. Foi empregado de bar, jornalista e detective privado. Viciado em morfina, mudou-se para o México em finais dos anos 40. Num acidente trágico, em 1951, matou a mulher com um tiro, facto abordado na introdução a Queer.
Na década de 50, viveu em Tânger, onde recolheu "vivências" para Festim Nu - Naked Lunch, que, embora escrito em 1959 e editado em França pela influente Olympia Press, só, no entanto, pôde ser publicado nos EUA, em 1962 e, em Inglaterra, em 1964. Seguiram-se-lhe The Soft Machine (1961), The Ticket that Exploded (1962) e Nova Express (1964), todos eles dominados pela ideia de que a toxicodependência "é um fenómeno global de controlo dos indivíduos".
Impublicável durante longos anos, Burroughs exerceu grande influência na geração Beat dos anos 50, nomeadamente sobre Jack Kerouac e Allen Ginsberg. Em 1983, foi eleito membro da Academia Americana e do Instituto de Artes e Letras. Faleceu em 1997, aos 83 anos, bastantes deles vividos sob o domínio das drogas. Antes, no entanto, ainda teve oportunidade de ver a adaptação cinematográfica que, em 1991, David Cronenberg fez de Naked Lunch.










