Bibliografia
em Português
2001  Editorial Presença
2007  Assírio & Alvim
2000  Assírio & Alvim
2010  Estrofes & Versos
2004  Assírio & Alvim
2010  Editorial Presença
2001  Editorial Presença
2002  Editorial Presença
2001  Editorial Presença
2001  Editorial Presença
2006  Editorial Presença
2002  Editorial Presença
2008  Editorial Presença
2004  Editorial Presença
2003  Editorial Presença
2008  Editorial Presença
2006  Editorial Presença
2006  Editorial Presença
2006  Editorial Presença
2003  Editorial Presença
2011  Estrofes & Versos
2010  Estrofes & Versos
2009  Relógio D` Água
2007  Biblioteca Editores Independentes / Relógio D’Água
2003  Editorial Presença
1999  Guimarães Editores
2000  Europa-América
2000  Europa-América
1999  Livraria Civilização Editora
1998  Europa-América
1991  Livraria Civilização Editora
1991  Europa-América
1990  Europa-América
1990  Europa-América
1989  Europa-América
1989  Europa-América
1986  Guimarães Editores
1975  Livraria Civilização Editora
em Inglês
2003  PENGUIN BOOKS LTD
em Espanhol
2007  SIRUELA
2007  ALBA EDITORIAL
2001  ALBA EDITORIAL
2012  SIRUELA
2011  ALBA EDITORIAL
2011  AUSTRAL
2010  PUNTO DE LECTURA
2010  SIRUELA
2010  EL ALEPH
2010  NEVSKY PROSPECTS
2010  ALBA EDITORIAL
2009  LOSADA
2009  LOSADA
2009  DEBOLSILLO
2008  CATEDRA
2008  AKAL
2006  AKAL
2005  EDITORIAL LOSADA
2004  ZENDRERA ZARIQUIEY
2004  DEBOLSILLO
2004  TABULA RASA
2003  CATEDRA
2001  EDICOMUNICACION
2000  DEBATE
em Português do Brasil
1963  Diversos
Fiódor Dostoievski
Fiódor Dostoiévski ( Moscovo, 30.10.1821 - S.Petersburgo, 28.01.1881) foi um dos grandes percursores, como Emily Brontë, da mais moderna forma do romance, exemplificada em Marcel Proust, James Joyce, Virgina Woolf entre outros. Filho de um médico militar, aos 15 anos é enviado para a Escola Militar de Engenharia. de S. Petersburgo. Aí lhe desperta a vocação literária, ao entrar em contacto com outros escritores russos e com a obra de Byron, Vítor Hugo e Shakespeare. Terminado o curso de engenharia, dedica-se a fazer traduções para ganhar a vida e estreia-se em 1846 com o seu primeiro romance, Gente Pobre. Após mais umas tentavivas literárias, foi condenado à morte em 1849, por implicação numa suspeita conjura revolucionária. No entanto, a pena foi-lhe comutada para trabalhos forçados na Sibéria. Durante os seus anos de degredo teve uma vida interior de carácter místico, por ter sido forçado a conviver com a dura realidade russa, o que também o levou a familiarizar-se com as profundezas insuspeitas da alma do povo russo. Amnistiado em 1855, reassumiu a actividade literária e em 1866, com Crime e Castigo, marca a ruptura com os liberais e radicais a que tinha sido conotado. As obras de Dostoiévski atingem um relevo máximo pela análise psicológica, sobretudo das condições mórbidas, e pela completa identificação imaginativa do autor com as degradadas personagens a que deu vida, não tendo, por esse prisma, rival na literatura mundial. A exactidão e valor científico dos seus retratos é atestada pelos grandes criminalistas russos. Neste grande novelista, o desejo de sofrer traz como consequência a busca e a aceitação do castigo e a concepção da pena como redentora por meio da dor.










