Bibliografia
em Português
2006  Bico de Pena
2008  Bico de Pena
2009  Caleidoscópio
2006  Bico de Pena
1986  Vega
1993  Editorial Presença
1984  Vega
em Inglês
2007  PENGUIN BOOKS LTD
2002  PENGUIN BOOKS LTD
2001  PENGUIN BOOKS LTD
2001  PENGUIN BOOKS LTD
2000  PENGUIN BOOKS LTD
2005  MAGIC CARPET BOOKS
2004  PETER OWEN LTD
2004  PETER OWEN LTD
2004  PETER OWEN LTD
2000  iUniverse.com
1999  Penguin Books
1991  PETER OWEN LTD
1974  PETER OWEN LTD
2004  POWERHOUSE BOOKS,U.S.
2003  PETER OWEN LTD
2002  PETER OWEN LTD
1996  PETER OWEN LTD
1993  PETER OWEN LTD
em Português do Brasil
2005  Diversos
em Espanhol
2009  RBA
2012  RBA
2011  ALIANZA
2011  RBA
2008  ALIANZA
2000  SIRUELA
1998  SIRUELA
1996  SIRUELA
Anais Nin
Anaïs Nin (1903-1977) nasceu em Paris. A mãe era filha do cônsul holandês em Havana e o pai um pianista e compositor cubano. A sua infância é passada entre músicos e artistas de renome, e em deambulações um pouco por toda a Europa. Em 1914 o pai abandona a família e a mãe decide regressar a Nova Iorque, onde crescera, com os três filhos. A bordo do barco que a afasta da Europa solarenga, cheia de história e de arte, Anaïs começa a escrever uma longa carta ao pai, esse homem que a fascina e a aterroriza. A carta nunca foi enviada, mas foi-se prolongando a cada dia, transformando-se no seu diário e dando origem a uma paixão pela escrita.
Em 1924, já casada, regressa a Paris. Convive com algumas das maiores personalidades literárias, artísticas e vanguardistas do seu tempo: Antonin Artaud, Otto Rank, André Maurois, Lawrence Durrel, Constantin Brancusi e, claro, Henry e June Miller.
Nas vésperas da Segunda Guerra Mundial, Anaïs vê-se forçada a abandonar Paris e regressa a Nova Iorque. Vive em Greenwich Village e, embora o ambiente intelectual seja propício à escrita, os seus romances são recusados pelas editoras. Aceita então escrever histórias eróticas para um coleccionador anónimo, que serão compiladas e publicadas postumamente: Delta de Vénus e Passarinhos. Após publicar alguns dos seus romances em edição de autor, a sua obra começa a ser fortemente elogiada pela crítica e, a partir da década de 50, é editada com grande sucesso na Europa.











