Bibliografia
em Português
2008  Porto Editora
2009  Dom Quixote
1976  Assírio & Alvim
2010  Verbo
2005  Edições Asa
2000  Campo das Letras
1996  Campo das Letras
2011  Dom Quixote
2008  Dom Quixote
2004  Dom Quixote
2001  Dom Quixote
2011  Modo de Ler
2010  Dom Quixote
2010  Arcádia
2009  Leya
2008  Quasi Edições
2007  Quasi Edições
2006  Dom Quixote
2004  Dom Quixote
2003  Dom Quixote
2003  Dom Quixote
2002  Dom Quixote
2001  Dom Quixote
2000  Dom Quixote
1997  Dom Quixote
1988  Edições Afrontamento
1988  INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
2007  Editorial Caminho
2002  Edições Asa
1996  Campo das Letras
2009  Modo de Ler
2007  Dom Quixote
2006  Dom Quixote
1995  Dom Quixote
1993  Dom Quixote
1992  Dom Quixote
1989  INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
1996  Campo das Letras
1996  Campo das Letras
1994  Lello Editores
1991  Quetzal
1989  Quetzal
1987  Quetzal
2008  LA DIFFERENCE
1997  Dom Quixote
1993  Dom Quixote
1992  Dom Quixote
1986  INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
1986  INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
em Francês
2006  METAILIE
2004  HARMATTAN
em Espanhol
1992  MONDADORI
Mário Cláudio
Escritor português, de nome verdadeiro Rui Manuel Pinto Barbot Costa, nascido a 6 de novembro de 1941, no Porto. Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, onde se diplomou também como bibliotecário-arquivista, e master of Arts em biblioteconomia e Ciências Documentais pelo University College de Londres, revelou-se como poeta com o volume Ciclo de Cypris (1969). Tradutor de autores como William Beckford, Odysseus Elytis, Nikos Gatsos e Virginia Woolf, foi, porém, como ficcionista que mais se afirmou.
Publicou com o nome próprio, uma vez que "Mário Cláudio" é pseudónimo, um Estudo do Analfabetismo em Portugal, obra que reúne a sua tese de mestrado e uma comunicação apresentada no 6.° Encontro de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas Portugueses, em 1978. Colaborador em várias publicações periódicas, como Loreto 13, Colóquio/Letras, Diário de Lisboa, Vértice, Jornal de Letras Artes e Ideias, O Jornal, entre outros, foi considerado pela crítica, desde a publicação de obras como Um Verão Assim, um autor para quem o verso e a prosa constituem modalidades intercambiáveis, detendo características comuns como a opacidade, a musicalidade e a rutura sintática, subvertendo a linearidade da leitura por uma escrita construída como "labirinto em espiral". A obra de Mário Cláudio apresenta uma faceta de investigador e de bibliófilo que, encontrando continuidade na sua atividade profissional, inscreve eruditamente cada um dos livros numa herança cultural e literária, portuguesa ou universal. Dir-se-ia que a sua escrita, seja romanesca, seja em coletâneas de pequenas narrativas (Itinerários, 1993), funciona como um espelho que devolve a cada período a sua imagem, perspetivada através de um rosto ou de um local, em que o próprio autor se reflete, e isto sem a preocupação de qualquer tipo de realismo, mas num todo difuso e compósito, capaz de evocar o sentido ou o tom de uma época que concorre ainda para formar a época presente.
Mário Cláudio recebeu, em 1985, o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores por Amadeo (1984), o primeiro romance de um conjunto posteriormente intitulado Trilogia da Mão (1993), em 2001 recebeu o prémio novela da mesma associação pelo livro A Cidade no Bolso e, em dezembro de 2004, foi distinguido com o Prémio Pessoa. Para além das obras já mencionadas, são também da sua autoria Guilhermina (1986), A Quinta das Virtudes, (1991), Tocata para Dois Clarins (1992), O Pórtico da Glória (1997), Peregrinação de Barnabé das Índias (1998), Ursamaior (2000), Orion (2003), Amadeu (2003), Gémeos (2004) e Triunfo do Amor Português (2004). O autor tem também trabalhos publicados na área da poesia (como Ciclo de Cypris, 1969, Terra Sigillata, de 1982, e Dois Equinócios, de 1996), dos ensaios (Para o Estudo do Alfabetismo e da Relutância à Leitura em Portugal, de 1979, entre outros), do teatro (por exemplo, O Estranho Caso do Trapezista Azul, de 1999) e da literatura juvenil (A Bruxa, o Poeta e o Anjo, de 1996).











