José Faria
José Faria (José Luís da Silva Faria) é natural e residente de Pedrouços, Concelho da Maia.
Desde as oito ou nove primaveras que ajudava o pai nas pedreiras. Teve a sua primeira escola da vida ao ingressar com 11 anos na construção civil. Aos 16, e apenas com a 4.ª classe, abraça a Função Publica na qualidade de paquete, na Caixa de Previdência dos Serviços Médicos Sociais, onde conheceu e teve como chefe e Inspector José Fontinhas (Eugénio de Andrade). Fez o 1.º Ciclo nocturno antes de ser alistado na Marinha de Guerra Portuguesa em 1975. Posteriormente, reinicia o ensino nocturno e conclui o Curso Geral da Administração e Comércio. Não passou do 9.º ano, porque a Revolução dos cravos desencadeada a 25 de Abril de 1974, lhe abriu novos horizontes em detrimento da continuação dos estudos.
Assume a liderança de uma Comissão de Moradores, na mesma altura em que assume a colaboração e depois redacção do jornal da sua terra: O Jornal da Maia.
Em 1996, frequenta um Curso de Jornalismo do CENJOR: Centro Protocolar de Formação Profissional de Jornalistas. Pressiona nessa data, através dum trabalho entrevista de exame de curso, a criação da Feira Nacional de Artesanato da Maia e torna-se artesão e escultor em madeira, tendo frequentado diversas feiras nacionais Ambas as facetas, de versejar e esculpir, muitas vezes se completaram e foram vocações que sempre se lhe despertaram em criança e que desabrocharam com o desabrochar de Abril.
Muito dos “Contos e Versos do Meu Caminho”, são memórias do seu passado.







