Bibliografia
2009  Leya
2008  Editorial Caminho
2008  Editorial Caminho
2006  Editorial Caminho
2006  Editorial Caminho
2004  Editorial Caminho
2002  Editorial Caminho
2001  Editorial Caminho
1999  Editorial Caminho
1998  Editorial Caminho
1998  Editorial Caminho
1997  Editorial Caminho
1996  Editorial Caminho
1993  Editorial Caminho
1991  Editorial Caminho
1989  Europa-América
1989  Editorial Caminho
1987  Europa-América
1987  Europa-América
1986  Europa-América
1985  Europa-América
1983  Europa-América
1982  Europa-América
1982  Editorial Avante
1980  Europa-América
1979  Europa-América
1979  Europa-América
1978  Europa-América
1977  Europa-América
1976  Europa-América
1976  Europa-América
1976  Europa-América
1976  Europa-América
1975  Europa-América
1974  Europa-América
1974  Europa-América
1972  Europa-América
1972  Europa-América
1972  Europa-América
1967  Europa-América
Alves Redol
António Alves Redo, Nasceu a 29 de Dezembro de 1991, em Vila FRanca de Xira e faleceu a 29 de Novembro de 1969, em Lisboa.
Romancista e dramaturgo, filho de um pequeno comerciante ribatejano, obteve um curso comercial, conheceu em Angola a pobreza e o desemprego e desenvolveu em Lisboa várias actividades profissionais. Militante do partido comunista e empenhado na luta de resistência ao regime salazarista, compreendeu a literatura como forma de intervenção social, sendo um dos seus primeiros romances, Gaibéus , considerado um dos textos literários fundadores da narrativa neo-realista. Ao longo de uma longa e coerente produção literária, Alves Redol trouxe para o romance personagens, temas e situações, ignorados pela literatura, postura que lhe valeu, simultaneamente, o êxito junto de um grande público e o ataque impiedoso da crítica, que apontava como deficiências de escrita a linguagem simples da sua prosa e o esquematismo das tramas romanescas. Acusações que pareciam corroboradas pela despretensão e modéstia literárias manifestadas pelo autor nas epígrafes das suas obras, como sucede em Gaibéus , precedido do aviso de que "Este romance não pretende ficar na literatura como obra de arte. Quer ser, antes de tudo, um documentário humano fixado no Ribatejo. Depois disso, será o que os outros entenderem". No prefácio a Barranco de Cegos (Lisboa, 1970), Mário Dionísio compara o destino da obra de Redol ao dos romances de Zola, que ao escolher temas malditos, como o operariado e os conflitos sociais, recebeu durante anos a aversão dos críticos, até ser redescoberto em leituras inovadoras que revelaram a estrutura épica dos seus romances e a reformulação de mitos contemporâneos nessa prosa chocante, intensa, por momentos quase surrealista.







